#Rainbow Six
A equipe por trás de Rainbow está recrutando para projetos fora do universo Tom Clancy. Novos anúncios de vaga mostram que o estúdio busca profissionais para trabalhos que não se encaixam no tom ou nas histórias tradicionais de Tom Clancy. A mudança indica que a marca pode se expandir além das operações táticas que vemos em Rainbow Six.
As descrições de vaga mencionam áreas como design de jogo, narrativa, arte e engenharia. Esses tipos de funções costumam integrar produções completas, seja um título standalone ou um spin-off. Não há detalhes oficiais sobre o escopo, mas as vagas públicas sugerem que o projeto será distinto de uma simples atualização de Siege.
Entre as possibilidades estão um jogo com outra pegada de gameplay, experiências single-player mais focadas em história, ou até uma nova franquia que use o nome Rainbow sem a assinatura Tom Clancy. Também é possível que o estúdio crie conteúdo paralelo que amplie a marca sem mexer no núcleo de Siege. Tudo depende de confirmações futuras.
Para os fãs, a notícia abre portas para mais variedade. Isso não significa o fim de Rainbow Six Siege; apenas mostra que o estúdio quer explorar novas rotas criativas. Fique atento a anúncios oficiais do estúdio para ter detalhes sobre plataformas, formato e prazo do novo projeto.
Defect é o FPS cyberpunk da equipe a emptyvessel. Em entrevista com o diretor do jogo, Emanuel Palalic, e o compositor Mick Gordon, o papo foi sobre otimização. O título parece pesado, mas pode rodar com configuração mínima de RTX 2060 e não obriga ray tracing, que é a técnica de iluminação realista.
A ideia é evitar o custo alto da corrida por gráficos máximos. Jogos como Arc Raiders e Battlefield são citados como exemplos de boa performance em hardware mais simples, mostrando que bom desempenho também é conquista do design.
“Boa performance em um jogo não é apenas um problema técnico, é também de arte”, disse Palalic. Ele explica que uma equipe de arte forte consegue trabalhar com as limitações de sombreamento e renderização e ainda manter o visual. Referências a Killzone 2 e FEAR aparecem como exemplos de aparência ainda impressionante hoje, mesmo com técnicas antigas.
A equipe está ajustando fumaça de arma, impactos de bala e testes de builds três vezes por semana para ver como tudo fica em diferentes configurações. A destruição de cenário persistente é uma área em desenvolvimento, com adaptações para manter 60 fps em hardware mais fraco sem perder o estilo visual.
Mick Gordon elogia o time: são alguns dos melhores em gráficos otimizados dos últimos 10 anos. Defect ainda não tem data de lançamento, mas pode wishlist no Steam e já tem trailer de gameplay estendido sem data marcada.
Você prefere ver jogos com gráficos no máximo ou títulos que entregam performance estável em hardware mais antigo?