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Cena de Saints Row
Saints Row

Quem esperava ver a Third Street Saints de volta tão cedo vai ter que segurar a ansiedade. A franquia Saints Row não parece ter planos imediatos para um novo jogo, e o clima nos bastidores é de pausa total.

Depois do reboot Saints Row (2022), a série perdeu força. O desempenho morno e a falta de empolgação da comunidade acabaram pesando, e isso ajuda a explicar por que não existe sinal claro de continuação no curto prazo.

Na prática, isso significa que nada indica um “Saints Row novo” entrando em produção agora. Sem um time dedicado e sem anúncios oficiais, a chance de ver a gangue nas ruas novamente tão cedo fica bem baixa.

Para os fãs, sobra a opção de revisitar os jogos antigos da franquia Saints Row e esperar algum posicionamento mais concreto sobre o futuro. Por enquanto, o recado é simples: a Third Street Saints não vai sair marchando de volta tão cedo.

Cena de Stardew Valley
Mods

Quer turbinar Stardew Valley com mods, mas sem bagunçar pastas e arquivos? O caminho mais seguro começa com o SMAPI, que é o carregador de mods mais usado do jogo. Depois de instalar, abra o jogo uma vez pelo atalho do SMAPI para ele criar e reconhecer a pasta certa de mods.

O próximo passo é achar sua mod folder (normalmente chamada Mods). É nela que você coloca os mods baixados, sempre descompactados. Se um mod vier com instruções ou dependências, instale tudo o que ele pedir, senão o SMAPI vai avisar erros na inicialização.

Para organizar melhor, entra o Stardrop mod manager. Ele ajuda a ativar e desativar mods com um clique, criar perfis diferentes (um save mais “vanilla” e outro bem modificado) e evitar aquela confusão de testar mod por mod na mão. Assim você mantém Stardew Valley estável e consegue experimentar mods sem medo.

Castlevania

A Konami anunciou Castlevania: Belmont’s Curse, um novo jogo 2D de ação e exploração com lançamento previsto para 2026. O projeto celebra os 40 anos da franquia e está sendo feito em parceria com a Evil Empire Studios e a Motion Twin.

Em Castlevania: Belmont’s Curse, a história se passa mais de 20 anos após Castlevania III: Dracula’s Curse e também conversa com a fase recente da série animada. O palco agora é Paris no século XV, com a cidade entrando em colapso por causa de criaturas monstruosas e um castelo místico que aparece como ameaça principal.

Você controla o sucessor de Trevor Belmont, armado com o Vampire Killer. A promessa é misturar combate com exploração pesada, com foco em vasculhar cada canto do castelo em busca de salas escondidas, segredos e quebra-cabeças.

O chicote volta com uma função ainda mais importante:

  • Serve para atravessar o cenário, balançando e alcançando áreas antes inacessíveis
  • Abre novas opções de combate, inclusive de ângulos diferentes

O jogo já está disponível para lista de desejos no PlayStation 5, Xbox Series X|S e Steam.

Controles parentais

A conversa sobre “tempo de tela” virou rotina em muitas casas, e a Roblox está tentando mudar o jogo: em vez de só cortar horas, a plataforma quer empurrar parte desse tempo para experiências que ensinam de verdade. A Central de Aprendizagem reúne jogos e mundos criados para desenvolver habilidades enquanto a criança joga. Desde julho do ano passado, esse espaço já somou quase 50 milhões de visitantes.

Para a volta às aulas, a Roblox separou exemplos bem diferentes entre si, com foco em ciência, programação, exploração e convivência. A proposta é simples: menos modo automático e mais desafios que puxam raciocínio, curiosidade e trabalho em equipe.

  • Ecos: La Brea, com temas de biologia e extinção
  • Aprendizagem de Lua, para aprender programação em Lua
  • Sesame Street: Missão da Besta Mágica, com foco socioemocional
  • Missão: Marte, projetando e pilotando veículos exploradores
  • Planet Planners, com geografia e desastres naturais

Para os pais, a dica é combinar isso com os controles parentais da Central de Segurança. A Roblox reforça que jogar e criar junto também pode treinar cidadania digital e resolução de problemas.

Patrick Söderlund
Nexon

Patrick Söderlund foi escolhido como executive chairman da Nexon e vai comandar três pontos que mexem direto com a vida de quem joga: a estratégia de longo prazo, a direção criativa e a forma como a Nexon desenvolve jogos no mundo todo.

Na prática, esse cargo coloca Söderlund no topo das decisões sobre o “que” a empresa quer lançar e “como” esses projetos devem ganhar forma. É o tipo de movimento que costuma mexer em prioridades internas, escolha de estúdios, parcerias e até no jeito de tocar jogos com atualização constante.

Söderlund é um nome pesado da indústria. Ele já teve papel importante em grandes produções e também criou seu próprio estúdio, o que pode indicar uma Nexon mais agressiva na busca por novas ideias e formatos.

Para os jogadores, a mudança interessa por um motivo simples: a Nexon quer crescer globalmente, e essa liderança pode acelerar projetos, ajustar a qualidade e deixar o catálogo mais alinhado com o público fora da Ásia.

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Placas de Vídeo

Chegar a 4.769 MHz (4,7 GHz) no clock de uma GPU é o tipo de coisa que quase nunca aparece fora do mundo do overclock extremo. Não é um número pensado para jogar no dia a dia. É uma tentativa focada em recorde e benchmark, forçando a placa de vídeo muito além do que ela aguenta com refrigeração comum.

Para bater uma marca dessas, o setup normalmente envolve refrigeração pesada (muitas vezes com nitrogênio líquido), ajustes finos de voltagem e testes curtos. A meta é fazer a GPU “segurar” o clock por tempo suficiente para validar o resultado. Estabilidade por horas não é prioridade aqui.

Para quem joga no PC, a lição é simples: existe um abismo entre overclock para recorde e overclock para uso real. Se você quer mais desempenho sem dor de cabeça, faz mais sentido focar em temperaturas, curva de fan, limite de energia e, em muitos casos, undervolt bem feito.

  • Overclock extremo é para recordes, não para partidas longas.
  • Mais clock quase sempre significa mais calor e risco.
  • O ganho real em jogos costuma ser pequeno perto do risco.
Cena de Reigns: The Witcher
Reigns: The Witcher

Reigns: The Witcher está em produção com colaboração direta da CD Projekt Red. A ideia é misturar o formato rápido de escolhas do universo Reigns com o clima pesado e cheio de intriga de The Witcher. Em vez de explorar um mapa gigante, você decide tudo na base do “sim” ou “não”, lidando com consequências que podem explodir minutos depois.

O jogo promete colocar você no meio de decisões políticas, pedidos estranhos, contratos e dilemas morais bem no estilo da franquia. A colaboração com a CD Projekt Red serve para manter o tom, os personagens e as regras desse mundo mais coerentes, sem perder a pegada simples e viciante de Reigns.

  • Foco em escolhas rápidas e efeitos em cadeia
  • Clima de The Witcher com humor e tensão
  • Participação da CD Projekt Red no projeto

Se você curte decisões que dão errado do nada, Reigns: The Witcher tem cara de ser aquele jogo que você abre “só por 5 minutos” e perde a noite inteira.

Cena de The Alighieri Circle: Dante’s Bloodline
The Alighieri Circle: Dante’s Bloodline

A Entalto Publishing e a ONE O ONE GAMES revelaram The Alighieri Circle: Dante’s Bloodline, um thriller psicológico de mistério em primeira pessoa com foco em narrativa. A boa notícia é que a demo de The Alighieri Circle: Dante’s Bloodline já pode ser jogada no Steam, entrando no clima do Steam Next Fest, que acontece na próxima semana.

Na história, a cada 33 anos a barreira entre o nosso mundo e o Inferno fica fraca. Para proteger a família e a realidade que conhece, Gabriele Alighieri precisa voltar para sua terra natal e encarar o Ritual que mantém os portões do Inferno selados. A proposta é uma releitura sombria e moderna da Divina Comédia, com muita tensão e exploração.

  • Coletar páginas mágicas perdidas e montar o selo do Ritual
  • Resolver quebra-cabeças com temas esotéricos
  • Encontrar itens e páginas de diário para entender a linhagem Alighieri

O lançamento completo está previsto para 2026 no PC, PS5 e Xbox Series S/X, com localização para 11 idiomas, incluindo português brasileiro.

Digimon

Foi revelado um novo trailer do Pacote de Episódios e Digimon Adicionais 3: Anti-ParadoX, o terceiro DLC do passe de temporada de DIGIMON STORY TIME STRANGER. A previsão é de chegada em março, trazendo uma linha de missões inédita que brinca pesado com viagens no tempo e mudanças de realidade.

O conteúdo também adiciona cinco novas rotas de digivolução para Digimon de nível Mega. Na prática, isso significa mais caminhos para montar time, testar combinações e buscar formas novas de evoluir seus parceiros, sem ficar preso nas escolhas mais óbvias.

Para quem está chegando agora, DIGIMON STORY TIME STRANGER foi pensado como um bom ponto de entrada para fãs de RPG. A história coloca o mundo humano e o mundo digital Iliad perto do colapso, e sua missão é domar Digimon, fortalecer laços e evoluir habilidades para salvar os dois lados.

O jogo base é necessário para acessar o passe de temporada. O título está disponível no PS5, Xbox Series X|S e PC (Steam).

Silent Hill

A Konami mostrou o trailer completo de SILENT HILL: Townfall no State of Play e confirmou que o jogo já pode entrar na lista de desejos. Desta vez, a série aposta em um terror psicológico fechado e independente, com desenvolvimento da Screen Burn e copublicação da Annapurna Interactive junto da KONAMI.

Em SILENT HILL: Townfall, a história sai do lugar mais conhecido da franquia e vai para a ilha de St. Amelia, na Escócia. Você controla Simon Ordell, chamado para voltar e “acertar as coisas”. Ele encontra uma cidade silenciosa, coberta por uma neblina pesada, com cara de abandonada, mas claramente nada tranquila. Simon carrega só uma bolsa de soro e uma pulseira médica com seu nome, e segue sem pistas, guiado por vozes que vêm de uma TV analógica portátil achada no caminho.

O jogo é todo em primeira pessoa. A exploração e a fuga são o foco, com armas e ferramentas limitadas, incluindo a TV de bolso para captar sinais instáveis. O combate promete ser intenso, e os enigmas da narrativa vão puxando um passado que insiste em aparecer.

Bus Bound

A demo gratuita de Bus Bound acabou de receber uma atualização bem na época do festival Steam Vem Aí: agora dá para jogar em modo cooperativo multiplayer pela primeira vez. A novidade deixa até quatro pessoas pegarem estrada juntas e cuidarem das rotas pela cidade.

Nessa versão, o grupo dirige pelas ruas de Ashtree, o primeiro distrito do jogo, que ganhou pontos novos para visitar, como a Universidade e o Hall da Fama. Também dá para desbloquear e explorar um pedaço de um bairro inédito chamado The Strings, abrindo mais espaço para testar trajetos e conhecer a cidade.

Para encarar o trabalho, a demo traz mais opções de ônibus e variações de turno e clima, com rotas que vão da manhã até a noite, com sol ou chuva. Entre os veículos jogáveis estão:

  • Bluebird Sigma
  • Xcelsior Clean Diesel (New Flyer Industries)
  • Horizon 40ft Diesel

Jogando Bus Bound em equipe, você também pode fazer upgrades na cidade e liberar bônus, incluindo o Letenda Electrip. O lançamento completo está planejado para 2026.