O co-criador dos jogos The Swindle, Lair of the Clockwork God e Earth Must Die falou sobre suas preferências como jogador e como isso influencia os projetos. Ele busca desafios que também tenham humor. Em The Swindle ele gosta do balanço entre risco e recompensa e da liberdade para escolher abordagens diferentes nas fases. Isso molda como pensa projetos novos.
Ele diz que prefere equipes pequenas e ideias claras. Lair of the Clockwork God aparece como exemplo de mistura de gêneros, já Earth Must Die mostra tentativas de combinar combate rápido com narrativa simples. A conversa foca em mecânicas que geram momentos memoráveis, não em gráficos caros. Há menção a jogos que inspiraram suas ideias e a importância de testar cedo, com versões menores antes de ampliar. O resultado é um estúdio que monta jogos únicos, com humor e desafio. Para quem gosta de The Swindle, entender esse processo ajuda a ver por que os jogos têm escolhas arriscadas e gratificantes.
Há um aspecto da indústria de jogos que o público quase nunca vê: o crunch. É quando equipes viram noites e acumulam horas extras para cumprir prazos apertados. Desenvolvedores conhecem bem essa realidade.
O crunch leva a exaustão, queda na saúde mental e perda de talento. Projetos atrasam ou perdem qualidade porque o time fica cansado. Em estúdios pequenos, o impacto é ainda maior. Em grandes companhias, a prática pode virar rotina entre lançamentos importantes.
Para mudar isso é preciso cortar prazos irreais, planejar melhor e valorizar a equipe. Algumas iniciativas incluem acordos de trabalho mais claros, períodos de folga obrigatórios e cultura que respeite limites. Sindicatos e acordos coletivos ajudam onde existem.
Jogadores podem pressionar por transparência, apoiar criadores que trabalham de forma justa e exigir créditos e condições decentes. O crunch não é inevitável. Com gestão responsável e respeito ao time, é possível criar jogos bons sem destruir quem faz o trabalho.
A NVIDIA anunciou que Nioh 3 e Vampires: Bloodlord Rising chegam com suporte a DLSS 4 e Multi Frame Generation já no lançamento. Jogadores com GeForce RTX podem multiplicar os frames e ganhar melhor fluidez sem perder qualidade.
Outros jogos também receberam melhorias de imagem e desempenho:
- Nioh 3: demo já disponível e progresso transfere para o jogo completo; lançamento em 6 de fevereiro.
- Sea of Remnants: Closed Alpha de 5 a 12 de fevereiro com path tracing e DLSS 4 com Multi Frame Generation.
- Vampires: Bloodlord Rising: em Early Access, suporta DLSS 4 e pode atualizar para DLSS 4.5 Super Resolution via app NVIDIA.
- Carmageddon: Rogue Shift: terá DLSS Super Resolution e DLAA no lançamento em 6 de fevereiro; atualizável para DLSS 4.5 Super Resolution via app.
- Nightmare Frontier: durante Early Access, recebe DLSS Super Resolution e DLAA, também atualizável para DLSS 4.5 Super Resolution.
Em resumo: a NVIDIA está trazendo recursos de IA e renderização para acelerar desempenho e modernizar texturas e iluminação em vários títulos novos e remasterizações.
A venda de ingressos ao público geral para a gamescom latam 2026 começa na terça-feira, 10 de fevereiro, às 12h. O evento vai de 30 de abril a 3 de maio no Distrito Anhembi.
Ingressos: Diário, Deluxe Pass, 4 Dias e Deluxe Pass 4 Dias. Todas dão acesso às áreas abertas. Haverá mais de 400 jogos, lançamentos, ativações, painéis, campeonatos, cosplayers e lojas.
Deluxe Pass Diário e Deluxe Pass 4 Dias incluem benefícios como:
- acesso antecipado ao pavilhão;
- fila dedicada na entrada;
- 1 fast pass para meet & greet;
- acesso ao Preview Day (29/04) com acompanhante;
- credencial com arte exclusiva;
- pin especial;
- e mais.
Preços resumidos: quinta/sexta — meia R$79, social R$94, inteira R$158; sábado/domingo — meia R$99, social R$118, inteira R$198. 4 Dias — meia R$284, social R$340, inteira R$569. Deluxe Pass diário R$316,11; Deluxe Pass 4 Dias R$1.138,00. Start Pro R$80 dá acesso a connect 1 e connect 2 em 30/04 ou 01/05.
Ingressos pela Mundo Ticket. Pagamento por cartão (parcelamento conforme valor) ou PIX. Máximo de 4 ingressos por CPF.
Quer trocar seus atributos em Diablo IV sem dor de cabeça? Dá para reatribuir seus pontos quando quiser. Isso facilita testar builds e consertar escolhas ruins rapidamente.
Como fazer:
- Abra a tela do personagem.
- Procure pela opção “Reatribuir Atributos”.
- Confirme a ação; pode pedir recursos do jogo.
- Redistribua os pontos e confirme.
Reequipe suas armas e armaduras depois de mudar para ver as diferenças. O recurso ajuda a ajustar força, destreza, inteligência e resistência sem criar outro personagem.
Se o jogo separar pontos de habilidade e atributos, a reatribuição pode não mexer nas skills. Volte à tela de habilidades para ajustar talentos se precisar.
Salve ou anote sua build atual antes de confirmar. Lembre-se que a reatribuição pode ter custo em recursos do jogo. Teste a nova build em conteúdos menores antes de enfrentar chefes.
Use a reatribuição para adaptar seu personagem ao grupo. Mudar atributos pode melhorar seu papel em grupo, como atuar como tanque ou suporte.
O objetivo é invadir o Hamamatsu Castle Crucible e pôr fim a Jakotsu-baba. Esse encontro exige atenção ao ritmo do chefe e controle do espaço. Jakotsu-baba usa ataques largos e passa por fases com inimigos secundários que atrapalham a luta.
Dicas rápidas:
- Leve itens de cura e recuperação. Sobreviver é prioridade.
- Escolha armas que combinem dano e mobilidade: você vai precisar se mover rápido para evitar ataques.
- Aprenda os sinais do chefe. Quando Jakotsu-baba recua ou levanta os braços, é hora de esquivar.
- Em grupo, foque primeiro nos inimigos secundários para abrir espaço e depois concentre o dano no chefe.
- Evite lutar perto das bordas do Hamamatsu Castle Crucible; o posicionamento pode custar a partida.
Com calma e coordenação você consegue terminar o Crucible e derrotar Jakotsu-baba. Estude os padrões, ajuste seu equipamento e repita até dominar a luta.
Se estiver com dificuldade, mude seu equipamento e teste abordagens diferentes. Paciência e prática ajudam muito. Grupos pequenos têm vantagem na coordenação, mas lutas solo exigem mais planejamento.
A Konami anunciou um novo acordo com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que traz o Campeonato Brasileiro Série A de volta ao eFootball com licença oficial. A parceria também confirma que a Seleção Brasileira seguirá presente no game com uniformes oficiais e o logotipo da CBF. O retorno do Brasileirão ao eFootball garante escudos, camisas e identidade visual reais dos clubes, deixando partidas e modos de jogo mais fiéis à realidade. Jogadores e torcedores vão achar mais fácil reconhecer times e sentir a atmosfera do futebol brasileiro dentro do jogo. A Konami diz que o futebol do Brasil é parte importante da comunidade do eFootball e que clubes, atletas e fãs ajudam a fortalecer o cenário global. Com conteúdo licenciado da liga e competições organizadas, a parceria busca ampliar a presença do futebol brasileiro no universo dos esports e eventos online. No fim, a novidade aproxima a base de fãs do Brasil ao jogo e promete mais autenticidade e opções competitivas para quem joga e acompanha o futebol virtual.
Craig Mazin, co-criador da série da HBO The Last of Us, assume o comando de um novo projeto. A notícia chamou atenção dos jogadores por causa do vínculo com The Last of Us.
Mazin ajudou a adaptar o jogo para a TV e mostrou que sabe cuidar da história e dos personagens. Seu trabalho costuma priorizar narrativa e produção. Isso pode aumentar a chance de fidelidade ao material original.
Para fãs de The Last of Us, a presença dele é um sinal positivo. Ainda não há informações sobre data de lançamento, elenco ou formato. O que existe agora é expectativa e especulação sobre o tom e o foco do projeto.
De forma geral, a entrada de nomes como Mazin mostra que adaptações de jogos seguem ganhando peso. Jogadores devem ficar atentos aos próximos anúncios para saber se o projeto vai respeitar o jogo ou tomar rumos próprios. A comunidade espera por detalhes sobre roteiros e participação dos criadores do jogo.
Novas informações indicam que Stardew Valley pode receber novos candidatos a casamento e tipos de fazenda. A ideia é deixar o jogo mais variado e dar motivos para voltar a jogar.
Os rumores falam de novos candidatos a casamento (NPCs que antes não podiam casar) e de novos layouts de fazenda. Isso deve aumentar opções de romance e dar experiências visuais e de manejo diferentes. Também há menções a ajustes que tornam a vida na fazenda mais dinâmica, como eventos e pequenos recursos de qualidade de vida.
Não há data oficial: a especulação cita uma atualização identificada como 1.6, mas isso não está confirmado. Se vier, a atualização promete expandir a jogabilidade sem mudar o que já funciona. Quem joga costuma pular para testar novas fazendas e ver quem vira seu par. Fique de olho nas atualizações do jogo para saber quando chegar.
Quem usa mods já tem algumas dessas opções; a atualização oficial pode simplesmente integrar recursos da comunidade, com opções balanceadas e suporte nativo para evitar ajustes manuais.
We Are So Cooked coloca você e seus amigos numa cozinha caótica onde tudo pode dar errado. O objetivo é simples: preparar pratos antes do tempo acabar. Na prática, a física maluca e os obstáculos tornam tarefas básicas um desafio. Panelas fervem, chamas surgem e objetos voam pela cozinha.
O jogo prioriza a cooperação. Comunicação e divisão de tarefas são essenciais. Quem fica sozinho tende a causar desastre. A diversão vem das falhas: derrubar comida, trocar ingredientes e correr para apagar fogos. Cada erro vira motivo de risada.
Jogabilidade é acessível. Controles simples ajudam iniciantes a pular direto para a confusão. Os níveis são curtos e intensos. Isso torna o jogo ideal para partidas rápidas, encontros com amigos e transmissões ao vivo.
Se você curte jogos de festa e caos coordenado, We Are So Cooked é uma opção leve e barulhenta. Não espere simulação realista. Espere bagunça, risos e muita tensão entre amigos enquanto tentam manter a cozinha de pé.
Choppy Cuts, novo party game da Garena, chegou ao Steam. No jogo cooperativo os jogadores administram um salão de beleza em constante movimento. É preciso coordenação, raciocínio rápido e boa comunicação enquanto o ritmo acelera e o salão entra em colapso.
O jogo tem mais de 50 fases e 11 personagens jogáveis. Há nomes do universo de Free Fire como Kelly, Maxim, Hayato e Suzy, cada um com habilidades inspiradas em suas versões originais, além de estilistas inéditos com vantagens como maior velocidade e eficiência. Chefes desafiadores, com visuais do conjunto Top Criminal de Free Fire, aparecem durante as partidas.
As fases variam entre cenários criativos, como Floresta Secreta, com elementos como frutas, e Broken Niflheim, com pisos de lava que exigem reflexos rápidos. Choppy Cuts aposta em partidas rápidas e imprevisíveis para grupos de amigos. No lançamento houve um evento temporário em Free Fire com missões que liberam itens temáticos e um salão virtual no mapa Bermuda. O jogo oferece suporte a mais de 10 idiomas, incluindo português, e já está disponível no Steam.