Crimson Desert

Crimson Desert acaba de receber mais um update recheado de ajustes e novidades, reforçando a ideia de um jogo que está sempre mudando. O grande destaque do patch é o sistema de rematch, que permite encarar de novo os chefões já derrotados para testar sua progressão e experimentar novas táticas.

Para começar a revanche, basta voltar ao local da luta, acender a lanterna e escolher entre duas versões do combate:

  • Modo balanceado: o boss volta exatamente ao estado original da primeira batalha.
  • Modo escalado: os atributos do inimigo são ajustados para acompanhar seu equipamento atual.

Essas lutas não dão loot novo, mas você pode usar qualquer personagem e ainda recupera os consumíveis gastados na tentativa.

Outra novidade é o sistema de re-blockade, que permite que facções retomem áreas que já tinham sido libertadas. A frequência dessa retomada pode ser ajustada para acontecer sempre, de vez em quando ou nunca, dependendo da sua preferência. No momento, o recurso afeta 13 facções e 23 áreas, com promessa de expansão nas próximas atualizações.

Além disso, o patch trouxe novos pets lendários, como o Iron Eagle e o hyacinth macaw, uma loja de disfarces, mais correções de bugs e vários ajustes internos. No fim das contas, Crimson Desert segue sendo lapidado com bastante liberdade criativa, e tudo indica que o game ainda vai mudar bastante nos próximos meses.

GTA

O New Day RP, servidor de GTA V RP, acabou de completar cinco anos e já abriu o jogo sobre o que pretende entregar em 2026. E a proposta segue aquela pegada que muita gente curte em RP: uma cidade viva, cheia de função, eventos e roleplay que não para.

Além das vagas tradicionais em áreas como polícia e serviços de emergência, o servidor também mantém uma rotina bem mais social, com eventos de comunidade, noites de microfone aberto, encontros temáticos e a já conhecida Taco Tequila Tuesday.

Nos bastidores, a equipe está mexendo em sistemas de governança, com ajustes em eleições, serviços públicos e na forma como os departamentos conversam entre si. A ideia é deixar tudo mais redondo, com uma experiência mais fluida para quem joga.

Outro foco é fortalecer o que já existe dentro do servidor e abrir mais espaço para funções como o departamento de Parques e Recreação. Segundo a equipe, a turma de Apprentice Ranger está quase fechando sua leva atual, com novos Rangers já começando a aparecer em campo.

  • Em breve, novas inscrições para Parks Employee serão abertas.
  • Quem entrar nessa vaga terá 30 dias para concluir o treinamento obrigatório.
  • Depois disso, a rotação de recrutamento para Rangers volta ao normal.
  • Atividades sazonais de caça também já estão disponíveis para quem quiser entrar nessa vibe.

No fim das contas, o New Day RP quer manter a fórmula simples, acessível e divertida. Se você curte GTA V RP e procura um servidor com bastante vida comunitária, vale ficar de olho nas novidades que chegam em 2026.

Cena de Theatre of War: Rearmed
Theatre of War

A Fulqrum Publishing anunciou Theatre of War: Rearmed, o pacote definitivo da franquia de táticas da Segunda Guerra, reunindo toda a série em uma experiência única. O jogo já aparece como “em breve” na Steam e, de quebra, já tem playtest liberado para quem quiser entrar na briga na próxima semana.

Essa prévia vem com uma amostra bem caprichada do conteúdo final: são 11 missões distribuídas em três campanhas, além de 2 cenários independentes e 9 missões de tutorial para apresentar os sistemas e mecânicas principais. No multiplayer, o teste também libera 11 mapas pensados tanto para confrontos competitivos quanto para batalhas táticas cooperativas.

Na versão completa, Theatre of War: Rearmed promete entregar o escopo total da franquia, passando por Europa, Norte da África e Coreia. No total, o pacote reúne mais de 100 missões, campanhas variadas e um modo estratégico dinâmico, dando liberdade para encarar o campo de batalha em operações longas ou em desafios táticos mais rápidos. O jogo também mantém e amplia os recursos que deixaram a série com alta rejogabilidade, como multiplayer, editor de missões, suporte a mods, recursos abertos e agora também conquistas na Steam.

Cena de FATAL FURY: City of the Wolves
FATAL FURY: City of the Wolves

A SNK soltou um novo teaser de FATAL FURY: City of the Wolves focado em Mr. Karate, e o clima é de retorno em alto nível.

No vídeo, o lutador aparece com postura clássica, golpes pesados e aquela presença de chefão de dojo que combina demais com a franquia. É mais uma amostra de como o elenco do game está sendo turbinado para manter o hype lá em cima no PC.

Para quem acompanha a série, essa revelação só aumenta a expectativa para ver como Mr. Karate vai encaixar no roster e quais surpresas o seu estilo de luta ainda pode trazer.

Cena de Marathon
Marathon

Jogar Marathon de 1994 e Marathon (2026) lado a lado deixa claro que, mesmo em extremos opostos da história dos FPS, os dois compartilham mais DNA do que muita gente imagina.

A comparação mostra que o novo Marathon não está só surfando na nostalgia: ele resgata a pegada do original com combate tenso, leitura de mapa na correria, movimentação afiada e aquela sensação constante de estar no limite. No teste lado a lado, a franquia continua entregando um shooter que valoriza ritmo, estratégia e sobrevivência, em vez de só sair atirando.

  • Atmosfera: o clima sci-fi claustrofóbico segue intacto.
  • Gameplay: foco pesado em mobilidade, posicionamento e reação rápida.
  • Identidade: a nova versão atualiza a fórmula sem apagar a essência do clássico.

No fim das contas, Marathon prova que dá para modernizar um FPS e ainda manter viva a alma que transformou a franquia em referência.

Cena de Theatre of War: Rearmed
Theatre of War

Theatre of War: Rearmed foi anunciado pela Fulqrum Publishing como o pacote definitivo da franquia de táticas da Segunda Guerra. O game chega em breve ao PC e já aparece como novidade no Steam, com um playtest aberto para inscrição que começa na próxima semana.

A prévia libera um recorte bem sólido do conteúdo final: são 11 missões distribuídas em três campanhas, além de duas missões avulsas e nove tutoriais para ensinar as mecânicas principais. No multiplayer, a pedrada vem com 11 mapas pensados para confrontos táticos competitivos e cooperativos.

No jogo completo, Theatre of War: Rearmed vai reunir a experiência inteira da série em uma campanha conectada, passando pela Europa, Norte da África e Coreia. O pacote traz mais de 100 missões, modo estratégico dinâmico, edição de fases, suporte a mods, recursos abertos e conquistas para deixar a progressão ainda mais recompensadora para veteranos e novatos.

Cena de FATAL FURY: City of the Wolves
FATAL FURY: City of the Wolves

A SNK liberou mais um teaser de FATAL FURY: City of the Wolves, desta vez colocando Mr. Karate no centro do palco. O vídeo dá aquela amostra rápida do visual e da postura do personagem, sem entregar tudo, mas já deixando o hype lá em cima.

Para quem curte jogo de luta raiz, é mais um sinal de que o elenco está ficando cada vez mais pesado. FATAL FURY: City of the Wolves segue ganhando destaque com personagens clássicos e aquela vibe de retorno grandioso que fã nenhum ignora.

Cena de Marathon
Opinião

Jogando Marathon (1994) e Marathon (2026) ao mesmo tempo, fica claro que os dois FPS vivem em extremos diferentes da história do gênero, mas carregam o mesmo DNA. O clássico raiz é mais seco e cru, enquanto a versão de 2026 chega mais polida, sem abrir mão da tensão constante.

Mesmo com décadas de distância, os dois jogos apostam em movimentação precisa, combate afiado e uma atmosfera sci-fi pesada. Em vez de depender só de visual, Marathon continua focado no que faz um shooter brilhar: ritmo, posicionamento e leitura de mapa.

Pra quem curte comparar gerações do gênero, ver Marathon de 1994 lado a lado com Marathon de 2026 é um prato cheio. Se você gosta de FPS com identidade forte, vale ficar de olho.

Opinião

Esta é a Terminally Online, minha coluna sobre MMOs. Normalmente eu alterno entre opiniões mais ácidas, entrevistas e textos leves, mas desta vez vou fugir da rotina porque, sinceramente, ando meio desanimado com o estado do gênero.

E não é pela experiência de jogar, porque hoje ainda existem opções muito boas. World of Warcraft segue relevante, The Elder Scrolls Online, Final Fantasy XIV e Guild Wars 2 continuam firmes; Warframe faz o seu corre próprio e Fallout 76 já deixou de ser piada faz tempo. Se a vibe for nostalgia, dá para revisitar WoW Classic, City of Heroes ou Old School RuneScape. Até alguns MMOs indie têm aparecido com ideias interessantes.

O problema é outro: quase não há sangue novo para empolgar a galera. Em 2025, vimos uma leva de MMOs promissores ser cancelados, e outros nem chegaram a ganhar tração antes de fechar as portas. Sobra a sensação de que o gênero ficou preso entre remendos, relançamentos e promessas que não se sustentam.

Isso cria um efeito estranho para quem ama MMO: quanto mais você se apega, maior a chance de o jogo mudar de rumo em uma expansão, um patch ou uma temporada. Às vezes a mudança melhora tudo; às vezes quebra o que você mais curtia. E, quando a roda não gira, o problema passa a ser a estagnação. No fim, o gênero vive espremido entre a ansiedade do update e o medo do abandono.

Parte disso vem da lógica das grandes empresas: MMO demora muito para ficar pronto, custa caro demais para a fome por crescimento previsível dos acionistas e não combina com a pressão por resultado rápido. Por isso, em vez de projetos de longo prazo, vemos monetização agressiva, bundles de casa, passes sazonais e sistemas pensados para gerar pico rápido de receita.

Mesmo assim, eu ainda torço para estar errado. Talvez um novo gigante apareça e puxe o gênero para uma nova era de ouro. Até lá, fica essa sensação de estar num salão de bingo esperando o próximo jogo que realmente nos faça acreditar de novo. E eu queria muito que o futuro dos MMOs ainda tivesse espaço para novas histórias, novas guildas e novas amizades.

Fortnite

No Fortnite, o Droid Tycoon entra no clima de Star Wars com um loop clássico de tycoon: você compra droids básicos, bota a equipe para trabalhar, junta Créditos e vai trocando por unidades mais fortes quando o caixa permitir.

  • Priorize a base: abrir mais slots de droids turbina seu ganho logo no começo. Se aparecer um droid com bônus especial, vale segurar para multiplicar o farm.
  • Farm da sucata: no early game, bater no monte de sucata com a picareta ainda é um dos jeitos mais seguros de encher o bolso.
  • Use os companions: alguns droids podem seguir você e entregar buffs úteis, como melhorar a picareta ou trazer vantagens de gameplay. Teste cada um para descobrir o melhor kit.
  • Feche os objetivos secundários: pelo mapa de Tatooine, há missões que pedem droids específicos e outras em que você resolve tudo na bala contra Stormtroopers. As recompensas vêm em crates com Créditos, Upgrade Chips e itens raros.
  • Não esqueça as missões passivas: envie seus droids para trabalhos automáticos no shipyard da base e deixe o progresso rodando em segundo plano.
  • Rebirth é o verdadeiro power spike: ao cumprir os requisitos no terminal da entrada, você reseta a progressão para ganhar bônus permanentes. No Fortnite, o melhor é que seus droids continuam com você depois do reset.
  • Melhore seus droids: um vendedor escondido atrás da cantina permite evoluir suas unidades usando Upgrade Chips. Quanto mais raros forem os droids, mais alto o teto de upgrade.
  • Explore a cantina: NPCs e comerciantes trocam droids, oferecem upgrades para a picareta e até arriscam uma roleta para tentar um upgrade de graça. Vale visitar sempre que puder.
  • Caça ao BB-8: conforme você sobe de nível, o droid mais cobiçado aparece em um evento especial com contagem no mapa. Fique ligado para não perder a janela.
Marathon

Marathon voltou ao centro da conversa gamer, e a melhor forma de entender o reboot é olhar para o que a Bungie fez no original de 1994. O detalhe do grafite em rosa neon — aquela variação torta de “Thank God it’s you” — não está ali por acaso: ele resume o tom de decadência, paranoia e estranheza que sempre marcou a franquia.

No Marathon clássico, você navega por corredores claustrofóbicos enquanto a invasão alienígena transforma a nave-colônia em um caos total. Entre os inimigos, há os BOBs, civis “nascidos a bordo” que correm desesperados pelos cenários. Alguns estão infectados e explodem quando você chega perto; os inocentes gritam “Eles estão por toda parte!”, enquanto os contaminados aliviam a tensão com um “Graças a Deus é você!”.

Comparar o Marathon de 1994 com o novo jogo deixa claro como a série mudou de pele. O original é um FPS raiz, com foco em labirintos, leitura de mapa e exploração de espaços verticais. Já o título atual bebe da fórmula de extraction shooter, apostando em informação, posicionamento e tomada de decisão sob pressão.

Mesmo com propostas tão diferentes, os dois jogos conversam pela narrativa. Terminais espalhados pelo cenário revelam a guerra maior e colocam você entre duas inteligências artificiais com personalidades opostas: uma mais estável e outra totalmente fora da curva. É aí que Marathon sempre brilhou — ao transformar lore em personalidade, e personalidade em identidade de jogo.

Outro ponto que continua forte é o arsenal. A pistola de fusão do clássico ainda passa aquela sensação de arma alienígena pesadona, com disparo carregado e feedback visual marcante. Soma isso ao radar de inimigos, ao level design vertical e à movimentação que força você a pensar em cada salto e desvio, e fica fácil entender por que o original ainda segura a onda.

No fim das contas, Marathon novo não surgiu do nada. Ele pega a base do clássico, atualiza a linguagem e mantém a mesma obsessão por fuga, consciência e liberdade. É o tipo de continuação que faz sentido justamente porque respeita o DNA do jogo que veio antes.