Do nada, a Valve trouxe de volta uma página própria de Counter-Strike: Global Offensive na Steam. Isso é curioso porque Counter-Strike: Global Offensive tinha sido “engolido” por Counter-Strike 2, e muita gente já tinha aceitado que o jogo antigo ia ficar escondido pra sempre.
Na prática, isso ajuda em duas frentes: preservação e acesso. Mesmo com Counter-Strike 2 sendo o foco, ainda existe uma galera que prefere o feeling do Counter-Strike: Global Offensive, joga em máquinas mais fracas ou simplesmente quer revisitar mapas e momentos clássicos sem depender do clima atual do matchmaking.
Também deixa tudo mais claro pra quem procura o jogo antigo e só encontra Counter-Strike 2. Separar as páginas não muda o rumo do competitivo, mas é um recado: o legado do CS não vai ser apagado da vitrine. Eu gosto disso. Nem todo “upgrade” precisa enterrar o que veio antes.
The Legend of Khiimori parece uma ideia simples: você é um mensageiro a cavalo, levando pacotes por estradas, vilas e áreas abertas. Só que, na prática, o jogo tem um cuidado surpreendente com detalhes que fazem a viagem virar o foco, não só o destino. Você precisa ler o terreno, escolher rotas seguras, controlar o ritmo do cavalo e pensar no tempo de cada entrega.
O que me pegou em The Legend of Khiimori é como ele transforma uma tarefa “boba” em rotina gostosa. O vínculo com o cavalo importa. Cansaço, atenção e até o jeito que você conduz mudam a experiência. E quando o jogo coloca clima, trilhas mais difíceis e caminhos alternativos, você começa a planejar como num mini RPG de estrada.
Não é ação frenética. É um jogo para quem curte explorar, otimizar e relaxar, mas com desafio na medida. Eu entrei por curiosidade e fiquei porque ele tem alma.
A Remedy nunca foi um estúdio de jogar no seguro, e a ideia com Alan Wake 2 deixa isso bem claro. Em vez de só repetir o clima do primeiro jogo, ela resolveu mudar o peso da experiência: mais tensão, mais medo e mais cuidado com cada passo. É aquele tipo de sequência que já chega dizendo “ou você entra no clima, ou não é pra você”.
O grande truque aqui é misturar duas jornadas que se complementam. De um lado, a investigação mais “pé no chão”. Do outro, o mergulho total na loucura do Dark Place. Isso dá um ritmo diferente, alternando exploração, quebra-cabeças e combate sem virar um tiro ao alvo sem sentido.
O que eu mais curto é quando o estúdio usa a própria narrativa como arma. Alan Wake 2 brinca com realidade, cena, texto e até com o jeito que você interpreta o que está vendo. É ousado, às vezes estranho, mas é exatamente por isso que chama atenção.
Se a Remedy acertar o equilíbrio, a gente pode estar diante de uma das sequências mais marcantes do gênero.
A comunidade já está de olho em mais um possível combo de skins para Kiriko e Mercy. E, sinceramente, dá para entender o cansaço. Overwatch 2 tem um elenco enorme, cheio de heróis com visual marcante, mas parece que a loja e os eventos sempre voltam para os mesmos rostos.
Quando Kiriko e Mercy recebem skin atrás de skin, a sensação é de “prioridade comercial” em vez de variedade. Isso bate direto em quem joga de tanque ou dano com heróis menos populares e fica meses esperando algo legal que não seja só recolor. Em Overwatch 2, cosmético é parte do meta social: você entra na partida, vê o time, vê as skins, e aquilo vira conversa na hora.
Eu curto as duas personagens e não acho errado elas ganharem conteúdo, mas o jogo precisa equilibrar. Se a Blizzard quer manter a galera engajada, tinha que distribuir melhor: mais skins boas para heróis esquecidos e menos repetição para os campeões de venda.
Tem personagem que parece vir com alvo nas costas, e Leon Kennedy é exatamente isso. Em Dead by Daylight, escolher o Leon passa uma mensagem clara: você quer salvar geral, mas também vai virar o foco do Killer no primeiro erro. E não é drama. Muita gente caça Leon só pelo meme, e isso muda o clima da partida desde o lobby.
O kit dele ajuda, mas cobra sangue frio. Flashbang é forte pra tirar alguém do gancho ou parar um carregamento, só que exige tempo, posição e coragem pra não se matar no processo. Bite the Bullet é ótimo pra consertar e curar sem entregar som, mas não faz milagre se você vive tomando hit fora de hora. Rookie Spirit dá informação boa, mas só depois que você já sofreu um pouco.
Mesmo assim, jogar de Leon Kennedy em Dead by Daylight tem um charme: você sente que cada escape foi conquistado. Pra mim, é um dos Survivors mais divertidos quando o time coopera de verdade.
A Bungie está perto de colocar na rua o seu novo shooter de extração, e a curiosidade aqui está alta. Marathon promete aquela mistura que dói e vicia: entrar com pouco, procurar loot, enfrentar outros jogadores e ainda lidar com ameaças do mapa, tudo com a pressão de sair vivo. Se você curte tensão de verdade, esse tipo de jogo pega forte.
O que mais me anima em Marathon é a chance de ver a Bungie fora da sombra de Destiny 2, mas ainda usando o que ela sabe fazer melhor: arma com impacto, movimentação gostosa e combate que parece “certo” na mão. Ao mesmo tempo, extraction shooter não perdoa. Se o balanceamento falhar, vira frustração rápida. Se acertar, vira rotina diária.
Marathon também tem um estilo bem marcante e uma premissa que combina com partidas intensas e decisões rápidas. Agora é ver se o jogo entrega conteúdo e progressão que segurem a galera por meses, não só por uma semana.
Unrailed 2: Back on Track finalmente está saindo do Early Access e já tem data marcada para ganhar forma completa. O jogo apareceu no Nintendo Indie World Showcase com trailer novo e a promessa de chegar em maio de 2026 no PC (atualização 1.0) e também em versões nativas para Nintendo Switch 2 e Nintendo Switch.
E tem mais: uma demo jogável já está disponível no Nintendo Switch. Ela deixa você testar o primeiro bioma, encarar um chefe e jogar no multiplayer local com até quatro pessoas no mesmo console. Para quem curte chamar a galera no sofá, isso aqui é o tipo de demo que vende a ideia em poucos minutos.
Depois do lançamento, a versão de Nintendo Switch 2 ainda vai ter suporte ao GameShare, o que pode facilitar muito juntar amigos sem dor de cabeça. Unrailed 2: Back on Track continua sendo aquele caos organizado: coletar recursos, montar trilhos correndo e impedir o trem de descarrilhar. Eu adoro como esse jogo transforma comunicação em “sobrevivência”.
No fim de 2026, Unrailed 2: Back on Track também chega ao PlayStation 5.
O Discord está distribuindo um novo battle pet, Razeshi C., para quem estiver jogando World of Warcraft: Midnight com o app aberto no PC.
O detalhe chato é que essa missão não aparece sozinha. Você precisa ir atrás dela. No Discord, abra a área de Quests, procure a missão de World of Warcraft: Midnight e clique para começar. A partir daí, deixe o Discord rodando em segundo plano e inicie o jogo. Quando o Discord detectar a sessão, é só jogar até a barra da missão completar.
Terminou? Volte ao Discord e resgate a recompensa. Em geral ele entrega um código para ativação; copie e resgate na sua conta Battle.net para que o pet fique disponível no World of Warcraft: Midnight. Se nada chegar na hora, feche e abra o jogo e confira a caixa de correio do personagem.
Eu curto esse tipo de brinde porque não exige maratona, mas a missão escondida no menu é um vacilo.
Black Ops Royale, novo modo de Call of Duty: Warzone, chega em 13 de março e vai mexer com quem cansou do mesmo BR. A proposta é bem Blackout: nada de armamentos personalizados, nada de Gulag e nada de estação de compra. Você cai de wingsuit em Avalon, vasculha na raça e encara 24 esquadrões numa zona gigante que fecha sem dó.
O loop gira em torno de raridade e arquétipos: cada arma de Black Ops 7 vem com um estilo próprio, e você evolui com kits de acessórios até o lendário. O HUD Cerebral Link mostra vida, raridade, upgrades e uma mochila maior, deixando as trocas bem mais rápidas.
Também curti o retorno das vantagens consumíveis: cinco boosts que você ativa quando quiser, sem slot fixo, perfeito pra jogada clutch. E o pacote de equipamentos lembra Blackout, com Gancho de Escalada, Dardo Sensor, Kit Trauma e colete por tiers. Entre 17 de março e 2 de abril rola o Passe Counter Skies com desafios e unlocks que valem em Call of Duty: Warzone e Black Ops 7.
A cada mês parece que o roteiro se repete: estúdios fecham times, projetos somem do mapa e muita gente boa perde o trabalho do dia pra noite. O papo de “fase ruim” já cansou, porque as demissões continuam mesmo depois de lançamentos grandes e anos de crescimento. Do lado de cá, como gamer, o que eu vejo é simples: menos jogos finalizados, mais atualizações interrompidas e sequências que viram promessa eterna.
Esses cortes também mexem com a qualidade. Quando um time é desmontado, sobra retrabalho, trocas de direção e aquela sensação de jogo remendado. E não dá pra fingir que isso não bate na comunidade: a confiança cai, o hype vira desconfiança, e muita gente para de comprar no lançamento.
O problema não é falta de talento. É planejamento curto, metas agressivas e decisões que tratam pessoas como número. Um dia essa maré pode virar, mas hoje ainda parece longe.
Subir profissões em Midnight pode virar um dreno de ouro e paciência. A boa notícia é que a Darkmoon Faire chega bem na hora para aliviar esse começo, dando pontos de profissão de um jeito bem tranquilo.
Em World of Warcraft, a lógica é simples: vá até a feira, pegue a missão da sua profissão e entregue. Ela é rápida, não exige craftar uma lista enorme de itens e costuma ser bem segura até para quem está voltando agora. A recompensa é direta: pontos de habilidade na profissão (normalmente 2) e, de quebra, tickets da feira.
O que eu gosto aqui é que isso dá aquele empurrão inicial sem te obrigar a gastar uma fortuna no leilão logo no primeiro dia. Se você quer otimizar, faça isso com todas as profissões que tiver no personagem.
- A Darkmoon Faire fica ativa por uma semana, no começo do mês.
- Leve os materiais básicos da sua profissão para evitar correr atrás de última hora.
Se você joga World of Warcraft mais focado em progressão, isso é praticamente “ponto grátis”.