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Corsair Air 5400 tem truque simples que pode acabar com o superaquecimento do seu PC
Corsair

O Corsair Air 5400 é o sucessor do clássico Air 540 e chega com uma mudança clara: três câmaras separadas. Uma fica para mostrar o hardware, outra esconde cabos e a terceira é dedicada ao radiador de resfriamento. O radiador fica na frente, atrás de uma grade removível, e tem um duto transparente que leva o ar quente para fora do gabinete. Isso evita que o calor do processador aqueça outras peças e libera pontos de montagem de ventoinhas. O gabinete suporta radiadores de até 360 mm.

O design facilita a montagem. As portas laterais e a frente são articuladas, permitindo acesso rápido ao interior. Entre as câmaras há uma vedação com cerdas de nylon, que bloqueia poeira e cobre as passagens de cabos melhor que muitos grommets. O Air 5400 usa um sistema de organização de cabos tipo pegboard com tiras e ilhoses, e dois dutos ao redor das ventoinhas para direcionar o fluxo. Ele trabalha como uma chaminé: entrada de ar pela base e exaustão pelo topo. Vem com apenas três ventoinhas de 120 mm; o gabinete foi pensado para 120 mm e vale adicionar pelo menos mais três para completar a refrigeração.

Nos testes, com um Ryzen 9 9950X3D e uma RTX 5090 FE, o processador chegou a 72 °C e a placa a 73 °C, resultado muito bom para uma torre fechada. Pontos negativos: pesa 16,7 kg e a frente só traz portas Type-C. A versão com ventoinhas LX-R RGB custa aproximadamente R$ 1.550, e a com RS-R ARGB cerca de R$ 1.150. No geral, é um gabinete espaçoso e bem pensado, com inovações simples que melhoram montagem e refrigeração.

A primeira aparição do Deathclaw em Fallout temporada 2 vai te deixar de queixo caído
Fallout

Ron Perlman, a voz por trás da frase que abre boa parte dos jogos Fallout — ‘Guerra. A guerra nunca muda’ — revelou em uma entrevista que nunca jogou a série e não tem interesse em jogar. Ele disse que não é jogador e que não entende como montar o equipamento necessário. Foi convidado para gravar a primeira versão nos anos 1990, foi pago e recebeu um sanduíche, e só mais tarde soube que o jogo fez sucesso. Voltaram a chamá‑lo para repetir a famosa linha nos jogos seguintes, mas ele nunca participou das narrativas, apenas emprestou a voz para a introdução.

Perlman tem diversas participações como dublador em títulos conhecidos, e descreveu seu processo de trabalho como direto e objetivo: prepara-se, entra no estúdio, grava e sai. Ele também afirmou que respeita muito quem trabalha com dublagem e animação, e que procura dar o seu melhor a cada sessão, sem “desligar” durante o trabalho.

O caso chama atenção porque uma das frases mais icônicas da franquia veio de alguém que nunca jogou os próprios jogos. A entrevista completa abordou ainda a carreira dele, as dificuldades dos primeiros anos e como se conectou com colegas e diretores. Para os fãs, fica a curiosidade de que a voz que ajudou a definir Fallout veio de quem tratou aquilo, principalmente, como um trabalho profissional.

CES 2026: 9 Inovações que Vão Mudar Seus Jogos — GPU Monstruosa e Monitor OLED Surpreendente
Monitores

CES 2026 trouxe várias novidades de hardware para quem joga. Mesmo com muitos anúncios de IA, apareceram equipamentos que realmente se sobressaíram, de monitores e GPUs a laptops e handhelds. Abaixo, um resumo simples das principais novidades que chamaram atenção no evento.

Entre os monitores, o MSI MPG 341CQR QD-OLED X36 chamou atenção: usa um painel QD-OLED com arranjo de subpixels em V da Samsung, o que melhora a nitidez das fontes e reduz os problemas típicos de OLED. A tecnologia V‑Stripe promete combinar contraste muito alto com texto mais limpo e deve surgir em mais modelos em breve.

No campo das placas e PCs, houve propostas extremas e curiosas. A MSI mostrou uma versão monstruosa da GeForce RTX 5090 com refrigeração líquida e display integrado, enquanto a Asus revelou um PC gigante com ventiladores holográficos. Laptops também receberam novidades: o Asus ROG Zephyrus Duo trouxe uma solução com duas telas que pode agradar quem precisa de mais espaço para janelas e criação de conteúdo.

Processadores novos da Intel (Core Ultra Series 3, Panther Lake) prometem gráficos integrados bem melhores, o que pode elevar o desempenho em notebooks sem GPU dedicada. Em handhelds, o Lenovo Legion Go 2 SteamOS Edition vem com APU AMD Z2 Extreme e tela 8,8″ 144 Hz; o preço anunciado está em cerca de R$5.700, um valor alto para um portátil. Também surgiram invenções curiosas, como um bloco eletrônico da Lego com sensores e áudio, e a tecnologia Nvidia G‑Sync Pulsar, que melhora muito a clareza em movimento ao controlar o backlight.

Rockstar lança loja oficial de mods — criadores poderão vender e GTA Online pode mudar para sempre
Rockstar

Rockstar lançou uma loja oficial de mods chamada Cfx Marketplace. A proposta é oferecer um espaço curado para criadores venderem e compartilharem objetos, scripts e mapas. Haverá conteúdo gratuito e pago. Para o lançamento, a equipe trabalhou junto a uma lista selecionada de autores.

A mudança vem após a compra da equipe Cfx.re, responsável por plataformas como FiveM e RedM. A relação com modders já foi tensa. A editora acusou modders de facilitar pirataria e puniu criadores. Em 2022, a postura mudou e servidores de roleplay não comerciais passaram a ser permitidos, desde que não afetassem serviços oficiais.

O marketplace é descrito como uma vitrine curada. Vai receber desde objetos e mapas até scripts e modos de jogo. Alguns conteúdos são gratuitos. Outros são pagos e podem ter preços altos. Um exemplo é um pacote de atividades com boliche, sinuca e bungee-jump que custa cerca de R$ 2.600. Há bundles mais simples e também coleções completas para servidores.

Para a empresa, a iniciativa pode ser um teste para o futuro de GTA Online e para o ecossistema ao redor de GTA 6. Plataformas que permitem monetização para criadores, como Fortnite e Roblox, servem de referência. Para quem cria, a loja oferece uma forma oficial de ganhar com o trabalho. Para os jogadores, pode vir mais conteúdo, mas também surgir debate sobre preço e qualidade.

Cena de Megabonk
Megabonk

Megabonk é um jogo 3D de auto-ataque onde você escolhe um herói e sai enfrentando centenas de monstros. Tem personagens curiosos, como um esqueleto skatista que atira ossos. Em cada partida você surge em um mapa gerado proceduralmente, precisa achar um portão de chefe e vencer antes que ondas de fantasmas apareçam e te matem. Há um limite de dez minutos por rodada, o que força decisões rápidas e mantém a ação intensa.

O combate é automático: você foca em se mover, esquivar e coletar as gemas de experiência que os inimigos deixam cair. Pelo mapa há baús, totens, santuários e vendedores com itens estranhos. Subir de nível libera armas e poderes que mudam muito seu estilo de jogo. A estética simples permite centenas de inimigos na tela sem queda de desempenho, e a sensação de cortar multidões é sempre divertida.

Megabonk lembra Vampire Survivors, mas justifica a transição para 3D com mapas mais complexos, quedas perigosas e segredos que valem a exploração. O jogo recompensa runs bem-sucedidas com desbloqueios constantes, e os desafios opcionais estendem a vida útil. Nem tudo é perfeito: algumas armadilhas e um chefe com morte instantânea soam injustos, e trechos que exigem plataforma precisa cansam. Ainda assim, no conjunto é um título curto, acessível e muito divertido, que funciona bem no Steam Deck.

Cena de The Elder Scrolls Online
The Elder Scrolls Online

MMOs têm um problema claro: precisam servir jogadores casuais e veteranos ao mesmo tempo. Se o mundo aberto for muito fácil, fica chato; se for muito difícil, afasta quem está chegando. Em entrevista, o diretor de jogo Nick Giacomini comentou que The Elder Scrolls Online vem lidando com esse dilema e vai tentar resolver parte dele com novas opções de dificuldade para o overworld no final da temporada 0.

A ideia é oferecer ajustes opt-in que aumentam o desafio e também as recompensas para quem quiser encarar. A equipe está começando de forma modesta: primeiro um conjunto pequeno de ajustes e, conforme os jogadores experimentarem, eles vão adicionar mais opções. Giacomini falou que oferecer escolha é importante, mas dá trabalho, então preferem lançar uma base e evoluir com o tempo.

Isso não quer dizer que tudo será lançado aos poucos, mas que mudanças grandes vão ser bem pensadas para não errar o alvo. A produtora executiva Susan Kath e a equipe da ZeniMax querem ouvir o feedback dos jogadores para transformar essas opções em um sistema mais robusto. No fim, a meta é tornar o mundo aberto mais interessante para quem busca desafio, sem prejudicar quem prefere jogar de forma mais tranquila.

World of Warcraft

O principal designer e líder do sistema de Player Housing de World of Warcraft, Jesse Kurlancheek, comentou em entrevista que os salões de guilda podem entrar no ar relativamente rápido. A declaração reacendeu a expectativa de quem espera por espaços próprios para guildas dentro do jogo.

Há poucas informações concretas além desse comentário. A equipe não revelou datas, imagens ou detalhes das mecânicas. Não está claro se os salões serão apenas áreas sociais, se terão opções amplas de personalização ou se virão ligados a funcionalidades como armazenamento coletivo ou missões específicas. A falta de dados impede estimativas sobre tamanho, capacidade e como vão interagir com sistemas já existentes.

Jogadores e criadores de conteúdo já especulam como o recurso pode funcionar. Alguns imaginam espaços para encontros, trocas de itens e eventos organizados pela guilda. Outros esperam opções de personalização para dar identidade a cada grupo. Criadores se preparam para montar guias e mostrar novidades assim que surgir material oficial. Tudo que se diz por enquanto é hipótese, porque o anúncio formal ainda não veio.

Se for verdade que os salões de guilda chegam em breve, isso pode mudar a dinâmica social do jogo e fortalecer a vida em guildas. A comunidade tende a se mobilizar rápido com feedback e sugestões, o que pode acelerar ajustes e melhorias. Vale ficar atento às próximas entrevistas e comunicados da equipe para confirmar prazos e ver as primeiras imagens e detalhes.

Contagem regressiva misteriosa no site de Fallout — será que vem remaster de Fallout 3 em 4 de fevereiro?
Fallout

Jogadores notaram um problema no Steam: ao tentar avaliar Fallout 3 ou Fallout: New Vegas, a plataforma bloqueia o envio e mostra que o produto precisa ser lançado antes de escrever uma avaliação. A mensagem surpreendeu quem queria comentar, por dar a impressão de que os jogos estariam sendo relançados.

A reação nas redes e em fóruns foi imediata. Muitos fãs lembraram do sucesso do remaster de Oblivion e começaram a especular que remasters de Fallout 3 e New Vegas poderiam estar a caminho. Havia ainda quem notasse que a busca por Fallout chegou a mostrar 12 títulos, mas ao abrir a lista apareciam apenas 10, o que alimentou a teoria de anúncio surpresa.

Há explicações mais simples. O bloqueio de avaliações também apareceu em outros nomes, o que aponta para um erro da loja e não para lançamentos. Além disso, a diferença na contagem de jogos pode vir de versões regionais e pacotes para mercados específicos, como versões separadas para a Comunidade dos Estados Independentes, que aparecem como entradas distintas.

No fim, o bug gerou fumaça, mas não fogo. A chance de remaster existe, já que a comunidade pede por isso, mas este problema no Steam não é prova. Fãs seguem na expectativa, esperando um anúncio oficial.

Hytale
Hytale

Hytale já chegou com muitos mods disponíveis desde o início do acesso antecipado. Modders trouxeram opções que melhoram construção, visual e jogabilidade. Entre os mais úteis estão pacotes de decoração (Violet’s Workshop, Macaw’s Packs, NoCube’s Packs) que adicionam móveis, roupas, pelúcias, portas, janelas, escadas, tapetes e itens para cozinhar.

Para jogar melhor há mods de qualidade de vida e de exploração. Lucky Mining aumenta a chance de obter mais minério quando você minera em sequência. Há itens úteis como Miner’s Helmet para iluminar cavernas, Advanced Item Info para consultar receitas e usos, WhereThisAt? para procurar itens em baús próximos e Storage Range Override para ampliar o alcance das mesas de trabalho ao puxarem materiais de baús. Na exploração, Skyblock traz ilhas temáticas, Restored Ruins adiciona estruturas novas e YUNG’s HyDungeons gera masmorras para desafiar o jogador.

Instalar é simples usando o app CurseForge: escolha Hytale, baixe os mods e ative-os nas configurações do mundo. Também é possível instalar manualmente copiando os arquivos para a pasta de mods do jogo e depois habilitar no mundo. Mantenha os mods atualizados e verifique a compatibilidade com a versão do Hytale para evitar problemas. Com esses mods, você personaliza construções, facilita a coleta de recursos e melhora a gestão do inventário.

Factorio

Um criador de conteúdo resolveu rodar Factorio usando disquetes de 3,5 polegadas. Em vez de instalar o jogo no disco rígido, ele usou 1.250 disquetes antigos. Cada disquete tem cerca de 1,5 MB. Factorio ocupa entre 1 GB e 1,5 GB quando instalado, então o desafio ficou gigante.

Para fazer isso funcionar, o criador escreveu um sistema de arquivos próprio em Rust chamado Fluster. O sistema divide cada disquete em blocos de 512 bytes, com 2.880 blocos por disco. Quatro bytes de cada bloco ficam para a soma de verificação e há ponteiros que indicam o número do disco e o número do bloco. No início ele tentou no Windows, mas migrou para Linux por causa de problemas com suporte ao sistema de arquivos e passagem de USB.

Nos testes iniciais, escrever mil arquivos pequenos causou quase meio milhão de trocas de disquete. Depois de tentar várias estratégias de cache, o criador reduziu isso para cerca de 1.500 trocas para carregar o jogo. Ele limpou todos os 1.250 disquetes manualmente, com 10% de falhas no processo, e colou 2.000 adesivos personalizados.

Sobre custos, 10 disquetes custavam cerca de R$120 e, no total, os disquetes somaram cerca de R$13.000. Um arranjo com um drive para cada disquete custaria mais de R$52.000 e foi descartado. Carregar o jogo leva mais de uma semana trabalhando do amanhecer ao anoitecer, mas partidas salvas conseguem abrir e ele conseguiu completar o jogo em menos de nove horas. O código do Fluster foi liberado como código aberto em um repositório público. É um projeto que mistura paciência, programação e criatividade.

Cena de The Elder Scrolls Online
The Elder Scrolls Online

The Elder Scrolls Online está mudando a forma como recebe atualizações. Os desenvolvedores abandonaram o ciclo anual de “capítulos” e passam a trabalhar por temporadas. A ideia é ter mais liberdade para corrigir problemas e melhorar a jogabilidade sem esperar 18 meses por cada grande lançamento.

Em entrevista, a produtora executiva e o diretor falaram que montaram uma equipe dedicada para ouvir a comunidade e resolver reclamações antigas. Atualização 49 já começa a tratar várias queixas de longa data, como o tempo para treinar montarias. Em vez de esperar tudo perfeito, o estúdio vai liberar mudanças em partes e continuar trabalhando nas falhas.

Uma das mudanças práticas mais aguardadas é o sistema de reatribuição de pontos (respec), que permitirá refazer a build com um clique e sem custo em moeda do jogo. Isso facilita testar novas builds, especialmente com o sistema de subclasses que buscou aumentar a variedade. A nova mentalidade também tira a rigidez do planejamento, dando permissão para testar e ajustar sem seguir um roteiro fixo.

Os responsáveis evitam prometer tudo de uma vez, mas se mostram otimistas. A meta é tornar o jogo mais sólido para durar muitos anos, corrigindo experiências fundamentais e ouvindo os jogadores. Se tudo correr bem, ESO pode reencontrar o ritmo e oferecer mais liberdade para quem joga.