A partir do dia 7, você precisa impedir que sobreviventes tragam armas, drogas e partes de zumbi para o acampamento. Nem tudo é óbvio: malas escondem muitos itens. Aqui vai a lista do que é seguro, do que é contrabando e o que fazer com partes de zumbi.
Itens seguros (não confiscar):
- Comida
- Livros
- Material de papelaria
- Brinquedos
- Produtos de higiene
- Panelas e utensílios
- Ferramentas de bricolagem (sem serras)
- Bebidas alcoólicas (cerveja, vinho)
- Cigarros
- Dinheiro
- Dentes (coleção)
- Gás
- Propano
Itens para confiscar (contrabando):
- Facas
- Espadas
- Cassetetes
- Armas de fogo
- Lança‑chamas
- Machados
- Serras
- Munição
- Granadas
- Bombas
- Seringas
- Medicamentos (pílulas)
- Tijolos de droga
Outros pontos importantes:
- Partes de zumbi: por causa do risco de infecção, não confisque essas partes. Envie o sobrevivente para liquidação. Só manipule as partes se estiver na missão Modern Prometheus.
- Itens dourados brilhantes (colecionáveis): recolher como itens valiosos.
Contrabando interno:
Use a ferramenta de raio‑x e selecione a camada ‘all’ para ver itens escondidos (essa camada não mostra órgãos). Verifique também o lado de trás do sobrevivente.
Você não pode remover o contrabando interno sozinho. Marque o objeto e chame o Charlie, o cara com traje hazmat, para ele extrair. Charlie deixará os itens sobre a mesa; inspecione ali e confisque se forem contrabando.
Lembre que o contrabando interno aparece na sua lista de sintomas. Marcar como sintoma ao encontrar algo dentro de um sobrevivente garante mais pontos de pesquisa.
Dica rápida: confiscar corretamente dá bônus. Confiscar itens seguros gera multa. Verifique sempre antes de agir.
A maioria dos sobreviventes em Quarantine Zone parece gente comum, mas às vezes aparecem figuras estranhas. Um deles chega ao checkpoint com mãos de esqueleto e uma sacola presa na cabeça que não sai. Esse personagem é um cameo inspirado no avatar do criador DieDevDie, que também dá voz ao personagem. É um pequeno easter egg pensado para quem conhece o trabalho do criador.
Apesar da aparência única, investigar esses cameos funciona da mesma forma que qualquer investigação padrão. Ao checar sintomas, o sobrevivente pode apresentar sinais de infecção, como reflexo cruzado, e será tratado conforme as regras do jogo, incluindo a liquidação quando necessário. Como esse cameo aparece no quinto dia, antes de o scanner e o raio-X serem desbloqueados, não é possível ver o rosto por baixo da sacola enquanto ele está na fila.
Se você quer a revelação, siga o sobrevivente para a área de liquidação e observe a execução: lá é possível ver a caveira por baixo da sacola. Além de DieDevDie, o jogo traz outros cameos de criadores conhecidos, como:
- Godenot
- BaityBait
- DansGaming
- LightskinNightmare
- Kilira Cooper
- Dương FG
Além disso, há outros easter eggs. Crazy Dave, de Plant Vs. Zombies, pode aparecer na sua base, e uma atualização recente adicionou sobreviventes de Dead By Daylight – Dwight, Meg, Claudette e Jake – para você encontrar durante a partida.
Este guia mostra como completar a missão Modern Prometheus em Quarantine Zone e obter o colecionável da cabeça decepada. A tarefa é arriscada: envolve admitir um sobrevivente com contrabando infectado e juntar quatro partes de zumbi vindas da bagagem de outros sobreviventes.
- Chegue ao dia 20 da campanha
- Admitir Stuart no bloco de sobreviventes
- Garantir que Stuart permaneça na base
- Confiscar quatro partes de zumbi da bagagem de sobreviventes
- Conversar com Stuart depois de coletar as quatro partes
No dia 20 você encontra um sobrevivente chamado Stuart. Ele está levando uma cabeça decepada e diz que é para um experimento. Normalmente quem carrega contrabando infectado é enviado direto para liquidação, mas você pode poupá-lo e ver no que dá.
Para continuar, é preciso admitir Stuart no bloco de sobreviventes e garantir que ele fique na base até a missão terminar. Durante dias de evacuação, envie-o de volta à base e proteja-o de fome, lotação, doenças e ataques zumbis.
As partes de zumbi não podem vir de corpos de liquidação ou do laboratório; elas têm de aparecer na bagagem de outros sobreviventes. Isso é aleatório: pode aparecer rápido ou demorar vários dias. Depois que encontrar uma parte na bagagem, confisque antes de liquidar o sobrevivente.
Lembre que manusear bagagem infectada é contra as regras, então haverá uma multa por cada peça tomada. Cuidado para não deixar as finanças do acampamento negativas, pois isso causa game over.
Depois de coletar as quatro partes, fale com Stuart e deixe-o trabalhar durante a noite. Na manhã seguinte o experimento dá errado: Stuart morre e ocorre um pequeno surto de zumbis dentro do acampamento. Vá até a base e elimine cada zumbi com sua pistola ou com o martelo médico.
Com o surto controlado, você pode saquear a barraca de Stuart. Lá encontrará dinheiro e um estojo preto com um colecionável: uma cabeça decepada. Esse item aparece no centro de comando.
A missão exige esforço e risco por pouco ganho em recursos, mas se você gosta de completar colecionáveis vale a pena terminar Modern Prometheus para adicionar a cabeça à sua coleção.
Para comemorar o primeiro aniversário global de Blade & Soul NEO, a desenvolvedora NC America lança a nova classe feminina Dark Lancer para PC em 20 de janeiro (horário de São Paulo). A personagem usa uma lança longa e pode atacar tanto de perto quanto à distância. A chegada acontece via Purple e Steam.
A Dark Lancer foca em acumular e liberar explosões de Energia Demoníaca, um recurso novo no jogo. Os combates devem ficar mais rápidos, com sequências de golpes aceleradas e ataques de energia sombria. Há opções de personalização de habilidades pensadas para PvE e PvP, então dá para ajustar o estilo de jogo.
A atualização também traz a nova zona Dawncrest, criada como área de treinamento celestial, e quatro chefes de campo inéditos — entre eles Mookulk, Ujara e Phantom Stone Sentinel — que protegem a região. Além disso, os jogadores vão enfrentar um novo chefe global, o Divine Tusked Behemoth, uma criatura sagrada ligada a uma relíquia misteriosa. São duas masmorras novas: Crimson Steel Arena e Phantasmic Beast Arena.
A atualização é gratuita para todos os jogadores de PC. Prepare seu personagem para testar a lança, explorar Dawncrest e encarar os novos chefes e masmorras assim que a novidade estiver disponível. A desenvolvedora prometeu que a classe traz possibilidades para quem gosta de combates rápidos e para quem prefere táticas à distância.
Um desenvolvedor pediu à Rockstar, em uma postagem online, que permitisse a um familiar com diagnóstico terminal jogar GTA 6 antes do lançamento. Ele contou que o parente é fã da série e recebeu a notícia de que tem entre 6 a 12 meses de vida. A ideia era organizar um playtest exclusivo no estúdio mais próximo, para que ele tivesse a chance de experimentar o jogo antes da estreia.
Depois da publicação, houve uma atualização informando que a equipe responsável já foi contatada e que receberam boas notícias, sem dar mais detalhes. Como a Rockstar costuma manter tudo muito fechado antes do lançamento, ainda não está claro se haverá mesmo uma sessão prática ou como isso seria organizado. Mesmo assim, a resposta indica que a desenvolvedora está disposta a avaliar a situação.
Casos assim não são inéditos: outro estúdio recentemente levou um fã com doença terminal ao estúdio para jogar o seu título antes da estreia. Independentemente do desfecho, a atitude da comunidade e de desenvolvedoras que tentam realizar esses pedidos rende um alívio importante para quem enfrenta momentos difíceis. A família agradeceu o apoio recebido até agora. Vamos acompanhar para ver se o familiar conseguirá jogar GTA 6 antes do lançamento.
Yakuza Kiwami 3 é anunciado como um remake “extremo” do Yakuza 3 original. Além de recriar o jogo de 2009, ele traz uma expansão chamada Dark Ties, que transforma parte da experiência em um roguelite frenético com masmorras geradas e companheiros engraçados.
O estúdio confirmou que, quando Kiwami 3 for lançado, a versão remasterizada de Yakuza 3 deixará de ser vendida separadamente. Jogadores que já possuem o remaster poderão continuar a jogá-lo, mas quem for novo na série só terá acesso à versão antiga por meio de um pacote completo que reúne vários títulos da franquia.
Esse pacote costuma incluir muitas entradas da série e aparece em promoções com frequência. A versão remasterizada de Yakuza 3 também costuma entrar em oferta como jogo independente, então é uma opção para quem prefere manter o visual e a experiência da edição anterior.
A reconstrução Kiwami 3 parece fiel ao original, mas com acréscimos: um estilo de combate adicional para Kiryu, novos minigames, cenas extras na história e mais atividades nas partes do orfanato. O remake foi feito na versão mais recente do Dragon Engine, o que deixa o visual mais moderno e pode mudar um pouco a identidade do jogo para quem valoriza a estética antiga.
Se você quer a versão remasterizada e ainda não a tem, vale garantir antes do lançamento de Kiwami 3. Kiwami 2 sai em 11 de fevereiro (horário de São Paulo), então há esse prazo para comprar Yakuza 3 Remastered como jogo independente.
Todo dia surgem dezenas de jogos no PC, e é fácil perder boas opções. Selecionamos cinco lançamentos de janeiro que valem a pena checar. A lista traz aventuras de detetive, simulação, esportes em bicicleta, programação criativa e uma plataforma 3D fofa.
Confidential Killings é um point-and-click noir ambientado em um Hollywood sombrio. Você investiga cenas de crime desenhadas num estilo de quadrinhos, reconstrói eventos e conecta pistas para descobrir quem está matando atores e produtores. Se gosta de investigação detalhada, aqui tem bastante dedução.
Craftlings mistura automação com a lógica de Lemmings, mas em mapas grandes. Você atribui funções aos personagens para coletar recursos, construir bases e enfrentar inimigos de vez em quando. Streetdog BMX é puro trick: seis mapas focados em manobras como wallrides e fakies, com gameplay estilo Tony Hawk para bikes.
EmuDevz é para quem programa. O jogo pede que você construa um emulador para um console fictício em um mundo pós-apocalíptico da internet. É uma ideia bem única e tem um tom experimental que deve agradar quem curte desafios técnicos.
Big Hops é um plataforma 3D alegre com uma rã como protagonista. Ela balança com a língua, escala com estamina e tem movimentos fluidos pensados para lembrar os clássicos dos anos 90, mas com controles modernos. Se procura algo leve ou quer experimentar gêneros diferentes, essa seleção tem opções para todo tipo de jogador.
O ex-chefe da franquia Assassin’s Creed entrou com um processo contra a Ubisoft, alegando que foi forçado a sair do cargo. Ele deixou a empresa sete meses após o lançamento de Assassin’s Creed: Shadows, um dos títulos mais bem-sucedidos da série.
Durante esse período, ele defendeu o jogo quando figuras públicas o criticaram. Logo depois da saída ser anunciada, ele afirmou que não saiu por vontade própria e que permaneceu no posto até ser convidado a se afastar.
Um processo no Tribunal Superior de Quebec pede aproximadamente R$4,8 milhões em indenização, incluindo o equivalente a dois anos de salário e cerca de R$280 mil por danos morais. A ação diz que, com a criação do novo estúdio Vantage, ele teria sido colocado como “chefe de produção” e ficaria subordinado a um “chefe de franquia” sediado na França. Como não foi considerado para a vaga de liderança da franquia, ele entendeu a oferta como um rebaixamento.
Ele trabalha na série desde 2010, desde o desenvolvimento de Assassin’s Creed: Brotherhood. Afirma que sempre tentou proteger a equipe e que não saiu por vontade própria. O caso segue na justiça e pode revelar mais detalhes sobre a reestruturação interna da Ubisoft.
A prática de distribuir jogos grátis na Epic Games Store voltou a ganhar atenção depois que o estúdio por trás de Blood West disse que o jogo teve um aumento grande nas vendas no Steam no dia em que foi oferecido de graça na Epic. Nas redes sociais, a história virou exemplo: a versão gratuita na Epic funcionou como publicidade, atraindo jogadores que depois compraram o mesmo título em outra loja.
Existem explicações simples para esse efeito. A Epic tem grande alcance, mas seu lançador é visto por muitos como menos prático que o do Steam. Jogadores preferem manter a biblioteca centralizada e, em vez de instalar outro cliente, acabam buscando o jogo no Steam. Esse comportamento pode gerar picos de vendas na plataforma e também movimentar vendas em consoles.
O caso mostra que dar um jogo de graça pode valer como estratégia de marketing, mesmo que a plataforma que oferece a promoção não seja a favorita do público. Para desenvolvedores, a lição é que exposição gera demanda. Para jogadores, a conclusão é que experiência de uso e conveniência ainda pesam muito na hora de decidir onde comprar. No fim, promoções podem funcionar bem, mas não substituem um lançador eficiente e uma boa experiência para o jogador.
Lunacid é um RPG de fantasia sombria que bebe direto da antiga série King’s Field, da FromSoftware, e não dos jogos Souls. O jogo teve um sucesso inesperado: acumulou avaliações “Muito Positivas” na Steam e recebeu mais de sete mil avaliações. Esse reconhecimento chamou atenção para o trabalho solo da desenvolvedora Kira.
Kira atualizou os fãs dizendo que o DLC do jogo está cerca de 70% pronto. Ela admite que a expansão teve escopo grande demais e que ficou atrasada. A desenvolvedora também comentou que se distraiu mexendo em mods de Halo. Não há previsão de lançamento, mas o DLC sairá junto com mais rodadas de correções para o jogo base.
Apesar de já se aproximar de três anos desde o lançamento original, Kira não ficou parada. No ano passado ela lançou um spinoff gratuito, Lunacid: Tears of the Moon, feito com o Sword of Moonlight, uma ferramenta criada pela FromSoftware em 2000 para jogos no estilo King’s Field. Kira disse que gostou do desafio de trabalhar dentro das limitações da ferramenta e que sempre imaginou o jogo como algo de nicho.
Se você curte a estranheza dos primeiros jogos da FromSoftware ou dungeon crawlers antigos, Lunacid vale a pena. A crítica elogiou como o jogo recria a filosofia de design dos títulos mais antigos, não só a estética de PlayStation. Enquanto a DLC não sai, o jogo segue sendo uma descoberta interessante para quem busca experiências diferentes.
Se você acha golfe chato, Super Battle Golf pode mudar sua opinião — ou pelo menos garantir boas risadas. É um jogo de festa para 1 a 8 jogadores em que todos batem a bola ao mesmo tempo e competem para completar o campo primeiro. A ideia central é simples, mas o jogo permite todas as formas de trapaça e caos.
Além de mirar nas taças, você pode mirar nos adversários para derrubá-los. Dá para atropelar com carrinho de golfe, atirar com arma, explodir com lançador de foguetes ou até assumir um laser orbital para mandar alguém para a relva alta do outro lado do mapa. A violência é cartunesca e feita para ser divertida, não realista.
Há 27 campos diferentes, com obstáculos clássicos como bunkers e água, e outros bem inesperados, como minas terrestres e ‘executivos de diretoria’ (humor). O jogo também foca na customização: troque o ferro 9 por uma perna de frango, uma placa de pare ou um pirulito genérico e jogue do seu jeito.
Super Battle Golf chega em 19 de fevereiro. A editora não revelou o preço. O jogo pode atrair quem busca partidas rápidas e caóticas, mesmo entre jogadores que costumam evitar competição direta. Há um trailer disponível para quem quiser ver como a bagunça funciona.