A Bandai Namco anunciou que a Temporada 3 de TEKKEN 8 chega em março de 2026. Três personagens já foram revelados: Kunimitsu, Bob e Roger Jr. Um quarto personagem será mostrado mais adiante. A notícia foi divulgada durante o TEKKEN WORLD TOUR FINALS 2025, que consagrou DRX | LowHigh como campeão.
O Passe da Temporada 3 poderá ser comprado a partir de 10 de fevereiro de 2026. A compra garante acesso aos quatro personagens planejados, com 120 horas de acesso antecipado, além de um novo cenário que será apresentado depois. O primeiro personagem a chegar será Kunimitsu, previsto para o final do outono de 2026. O pacote de trajes Pacote de Trajes Aurora também fará parte do passe e estará disponível a partir de 10 de fevereiro.
A temporada também trará ajustes de balanceamento e um reinício do ranking para ajustar a experiência de jogo. Após o TEKKEN WORLD TOUR FINALS 2025 foi anunciada a TEKKEN WORLD TOUR 2026, que começa em maio de 2026 durante o EVO Japan e termina no evento Master final no Thaiger Uppercut 2026. Os eventos Master+ incluirão EVO Japan, EVO Las Vegas e EVO Nice; os demais eventos Master serão anunciados ao longo do ano.
Roblox Corporation e a Mastertech anunciaram a Expedição Roblox, uma parceria para ensinar 10 mil jovens brasileiros os primeiros passos na linguagem Luau e na criação de jogos no Roblox Studio ao longo de 2026. O programa é gratuito e reúne cursos online, desafios mensais e eventos presenciais em seis capitais do país. Em 2025 a Roblox inaugurou seu primeiro data center no Brasil, o que deve melhorar o desempenho das ferramentas usadas pelos criadores.
As trilhas formativas online são 100% gratuitas e sem pré-requisitos. Jovens de 13 a 18 anos terão 36 horas de conteúdo; educadores terão 20 horas. As trilhas incluem missões práticas, checkpoints e badges digitais, e os alunos podem acompanhar as vídeoaulas no próprio ritmo. Haverá também Game Jams mensais com temáticas ligadas à educação e à cultura digital.
A Mastertech vai organizar Playgrounds presenciais em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Brasília, Porto Alegre e Recife, onde jovens, tutores e educadores poderão testar criações e trocar ideias. O projeto termina com um evento digital, o Roblox Creators Showcase, com apresentações dos projetos do ano. O objetivo é democratizar o acesso à criação digital, estimular autonomia e criatividade, e alcançar grupos historicamente sub-representados. Camila Achutti, CEO da Mastertech, diz que a Expedição é um convite para imaginar e aprender; Adam Seldow, diretor da Roblox para políticas educacionais, afirma que a parceria quer mostrar como os jogos podem abrir portas para inovação e pensamento computacional.
id Software completa 35 anos em 2026. Fundada em 1991 por um pequeno grupo de programadores, a empresa mudou a forma de fazer jogos. Seus primeiros títulos ajudaram a definir o gênero de tiro em primeira pessoa e criaram técnicas que viraram padrão na indústria.
Nos anos 90, jogos como Wolfenstein 3D, Doom e Quake popularizaram o estilo rápido e competitivo. Eles trouxeram gráficos em tempo real, suporte a mods e partidas online que influenciaram gerações de desenvolvedores. O motor da id permitiu que outras equipes criassem conteúdo e experimentassem novas ideias.
Hoje a id segue relevante. Reboots como DOOM e DOOM Eternal mostraram que a fórmula de ação intensa ainda funciona. A empresa também desenvolve tecnologias gráficas que ajudam o desempenho em PC e inspiram ferramentas modernas de criação. Apesar de mudanças na indústria, o clima de inovação e a comunidade de mods continuam fortes.
Esta data é uma boa desculpa para revisitar os clássicos ou conhecer os jogos mais recentes. Se você nunca jogou um título da id, começar por DOOM ou Quake dá uma ideia clara do impacto que ela teve. Para fãs, a celebração é sobre legado, velocidade e tanta influência que ainda vemos em muitos jogos hoje.
O novo sistema Midnight de transmog chegou ao World of Warcraft com a atualização 12.0. A interface pode parecer confusa no começo. Este guia rápido mostra como navegar pelas opções e montar visuais que realmente combinam com seu estilo.
Abra o menu de aparências e entre na aba Midnight. A tela principal mostra seu personagem em 3D. Use o painel lateral para trocar as posições de equipamento — cabeça, tórax, armas e mais. Há filtros por tipo de item, coleção e raridade; eles ajudam a encontrar peças específicas sem perder tempo.
Para experimentar, selecione uma peça e veja a pré-visualização. Misture armaduras e armas sem trocar o equipamento real. Se gostar, salve o visual como conjunto para usar depois. Renomeie conjuntos para achar fácil na lista. Alguns itens só aparecem quando você desbloquear a aparência; verifique a sua coleção se algo não estiver aparecendo.
Use a pré-visualização em diferentes poses e iluminação para checar proporções. Aproveite os filtros e as ferramentas de busca para reduzir resultados. Se estiver com dúvida, experimente salvar versões alternativas antes de aplicar. Reserve alguns minutos para organizar sua coleção; isso evita perder looks no futuro. Com essas práticas, você pega o jeito rápido e deixa seu personagem impecável enquanto se ajusta à nova atualização.
Marque na agenda, jogadores de World of Warcraft. A próxima expansão, Midnight, terá acesso antecipado liberado às 20h (horário de São Paulo) do dia 26 de fevereiro. Isso vale tanto para quem acabou de entrar no jogo quanto para quem joga desde o começo de Azeroth. A data foi anunciada em uma apresentação oficial recente.
O acesso antecipado costuma permitir que parte dos jogadores entre antes do lançamento completo, então espere possíveis filas nos servidores e picos de tráfego. Ainda faltam detalhes sobre quem terá direito ao acesso e sobre o cronograma total de lançamento; a desenvolvedora deve divulgar essas informações nas próximas semanas. Para evitar surpresas, atualize o cliente do jogo, verifique espaço livre no disco e conclua atualizações necessárias antes do dia 26.
Organize sua equipe, confira addons e logins e tente entrar alguns minutos antes do horário para reduzir riscos de problema. Midnight é o novo capítulo da história de Azeroth e traz conteúdo para explorar com amigos e guilda. Fique atento às comunicações oficiais para não perder a liberação do acesso antecipado e garantir que tudo esteja pronto para jogar.
Ashes of Creation nasceu com uma promessa grande: um MMORPG dinâmico, com mundo moldado por decisões dos jogadores e encontros imprevisíveis. Depois de anos de desenvolvimento, o projeto passou por momentos de dúvida. Muitos testes e demonstrações mostraram ideias interessantes, mas também problemas técnicos e mudanças na direção do jogo.
O estúdio enfrentou atrasos, turnover na equipe e críticas da comunidade. Jogadores reclamaram que testes não refletiam a experiência esperada e que funções anunciadas foram adiadas ou revistas. A comunicação melhorou em alguns momentos, mas a confiança do público ainda é frágil. O resultado é uma mistura de expectativa e ceticismo: a visão continua atraente, mas a entrega até aqui não convenceu a todos.
Ainda assim, há aspectos que animam: conceitos inovadores e trechos de gameplay que mostram potencial. Se o estúdio conseguir estabilizar a produção, ajustar prioridades e entregar o básico com qualidade, Ashes of Creation pode recuperar parte do brilho inicial. Para quem acompanha, a recomendação é observar próximos testes e atualizações antes de tomar uma decisão definitiva.
Para avaliar se o projeto vai vingar, observe estabilidade em servidores, qualidade do combate e se o sistema de nós funciona de verdade. Testes abertos próximos serão decisivos. Se esses pilares estiverem bem, a comunidade pode voltar a acreditar. Caso contrário, o jogo corre o risco de ficar apenas na promessa.
A versão soft remaster de Guild Wars segue recebendo ajustes e novidades. A ideia é atualizar o jogo para rodar melhor em PCs modernos e em telas grandes sem mexer no que o tornou famoso. As mudanças chegam de forma gradual, em pequenas atualizações que focam em tornar a experiência mais estável e agradável.
Nas últimas atualizações, a desenvolvedora trouxe correções que reduzem travamentos e melhoram desempenho. Foram adicionadas opções para resoluções mais altas e para redimensionar a interface. Também houve melhorias em controles e nas configurações de teclas, o que facilita jogar com diferentes setups. Pequenas melhorias gráficas e ajustes no som ajudam a deixar o visual e a imersão mais atuais.
Além disso, foram aplicados ajustes de balanceamento e correções de mecânicas antigas para evitar problemas recorrentes. A equipe tem ouvido a comunidade e testado mudanças antes de liberar para todos. Isso significa que o núcleo do jogo permanece igual, mas com menos incômodos que existiam em versões antigas.
Para quem ficou de fora, é uma boa hora para redescobrir Guild Wars, já que o jogo fica mais acessível sem perder sua identidade. Para quem já joga, as mudanças aliviam frustrações e devem melhorar sessões longas. A expectativa é que novas pequenas novidades continuem chegando nos próximos ciclos de atualização.
Parece que a conversa mudou de rumo: em vez do que muita gente esperava, a ideia agora é refazer Daggerfall. É um movimento grande, que mistura nostalgia e risco. O jogo original é enorme e tem uma legião de fãs que lembra de sua liberdade e sistemas profundos.
Um remake pode trazer o mundo para um público novo. Com tecnologia atual, mapas imensos, combate e interface podem ficar mais acessíveis. Muitos jogadores pedem isso justamente para ver as ideias antigas com gráficos e mecânicas modernizadas. Projetos de fãs já mantêm a chama acesa, mostrando que há interesse real.
Mas há desafios. Atualizar tanta mecânica sem perder a identidade é difícil. O jogo original tem escolhas e bugs que faziam parte da experiência. Recriar isso de forma fiel e ao mesmo tempo limpa para público moderno exige tempo e cuidado. Também há questões legais e de escopo que podem atrasar tudo.
No fim, a ideia anima e preocupa ao mesmo tempo. Se o remake acertar o equilíbrio entre legado e modernidade, pode devolver o brilho à série. Se errar, pode desapontar quem guarda memórias do original. Resta acompanhar como o projeto vai evoluir e torcer para que respeitem o que tornou Daggerfall especial.
Um acordo entre empresas de jogos e o estado de Nova York para banir agressores sexuais registrados resultou na expulsão de um traficante de pessoas do Xbox Live em 2013. A ação mostrou que plataformas de jogo podem colaborar com autoridades para limitar o acesso de pessoas com histórico criminal grave.
Na prática, o acordo permitiu que as empresas aplicassem bloqueios quando havia informações que apontavam risco para a comunidade. Isso não substitui processos legais, mas serve como medida adicional de proteção, especialmente para jogadores mais jovens. A remoção do usuário em 2013 foi um exemplo claro de aplicação dessa política.
Desde então, políticas de segurança em redes de jogos seguiram evoluindo. Jogadores e familiares pedem maior transparência e ferramentas de denúncia mais eficazes. As empresas afirmam investir em moderação e em parcerias com autoridades para identificar comportamentos perigosos. Também surgem debates sobre como identificar corretamente essas pessoas sem penalizar usuários inocentes. Apesar dos avanços, ainda há desafios para equilibrar privacidade, justiça e segurança.
O caso de 2013 lembra que a segurança na comunidade gamer depende de ações conjuntas. Denúncias, controles e a colaboração entre empresas e órgãos públicos continuam sendo peças importantes para tornar ambientes online mais seguros. A comunidade deve continuar atenta e usar ferramentas de denúncia sempre que notar comportamentos estranhos.
Jogadores notaram que capturar o Foxpark em Palworld ficou mais fácil recentemente. Relatos da comunidade dizem que a criatura tem aparecido com mais frequência em certas áreas, o que facilita encontros e tentativas de captura. A diferença tem sido observada especialmente em regiões com vegetação densa, onde o Foxpark costuma rondar. A mudança parece relacionada ao comportamento de spawn e a uma maior janela de aparição, tornando a caça menos dependente da sorte.
Quem está tentando capturar o Foxpark deve focar em reduzir a vida do alvo antes de usar a ferramenta de captura, usar iscas quando disponível e apostar em Pals que causem imobilização ou sono. Se possível, prefira Pals que desacelerem o inimigo e faça abordagens furtivas para evitar que ele fuja. Posicionar-se nas bordas das zonas de aparição e observar os padrões de movimento também ajuda. Essas dicas simples já ajudaram vários jogadores a garantir a captura sem grandes perdas.
Vale lembrar que essas alterações podem ser temporárias, então quem quer aproveitar deve agir logo. Fique atento à comunidade do jogo para confirmar se as condições são estáveis e prepare sua equipe com itens e Pals que facilitem a captura. Aproveite a facilidade para treinar e completar suas coleções, mas esteja pronto caso as condições mudem novamente. Assim você aumenta suas chances de adicionar o Foxpark ao seu time sem muita complicação.
Tim Sweeney comparou as regras da Valve para compras de DLC a uma concessionária que pede 30% do combustível. Com essa imagem ele criticou uma prática que considera exagerada e desconexa com a experiência do jogador. A fala voltou a colocar na mesa como as lojas digitais lidam com vendas de conteúdo adicional e comissões.
Sweeney afirma que políticas que impõem taxas ou restrições sobre DLCs reduzem a escolha do jogador e prejudicam a competição entre lojas. Essas regras podem criar barreiras para estúdios menores, que dependem das vendas de conteúdo extra para sustentar seus projetos. Também tornam a experiência de compra mais complicada e menos transparente para quem só quer adicionar conteúdo ao jogo.
A comparação provocou reações da comunidade e de desenvolvedores, reacendendo debates sobre comissões e controle das plataformas. Não houve resposta oficial da Valve ao comentário até agora. A discussão mostra que o tema ainda é sensível dentro do mercado de jogos, com impactos diretos na relação entre lojas, criadores e público.
Para os jogadores, o ponto mais importante é acompanhar mudanças nas políticas e entender como elas influenciam acesso e preço de DLCs. Para criadores, o foco segue em buscar modelos de distribuição que preservem receita e liberdade. A conversa continua aberta e pode levar a ajustes nas regras das lojas digitais.