Há algo curioso na ideia de símbolos de copyright usados em jogos. No Dragon Ball Z Budokai 3, ver ® ou ™ ao lado do nome de cada personagem é desnecessário para fãs, mas a discussão é divertida.
Porém a história mais maluca envolve drivers do Windows e um mouse da Microsoft lançado em 2006: o Microsoft Wireless Notebook Presenter Mouse 8000, pensado para apresentações, com botões para avançar slides e ajustar volume.
O dado curioso é que, nos drivers Bluetooth do Windows, o nome do mouse às vezes aparecia como texto simples bizarro: Microsoft AE Wireless Notebook Presenter Mouse 8000, com o símbolo ® codificado de forma antiga.
Isso aconteceu porque o encoding não usava UTF-8; era Windows-1252, então o símbolo ficou estranho. O engenheiro Raymond Chen explicou a situação e mencionou uma tabela no driver que corrige o nome para o correto.
É um exemplo simples de como um erro pequeno pode trazer dor de cabeça nos sistemas mais simples. Já viu outro bug assim envolvendo nomes ou símbolos de hardware?
Nem toda notícia de cinema vira assunto de PC, mas este caso mostra como o universo gamer entra na vida real. Jacob Elordi, que vive Frankenstein na nova produção da Netflix, aparece nos materiais de divulgação usando o Steam Deck para passar o tempo entre as cenas de maquiagem.
O Steam Deck aparece com carcaça preta e verde, e há fotos dele segurando uma case da Valve, o que sugere OLED. Um entusiasta no Reddit encontrou uma suposta carcaça verde‑preta, ainda indisponível. Isso mostra por que o Deck é visto como opção prática para jogar entre gravações.
A ideia é simples: o Deck ainda é lembrado como uma boa opção de PC portátil, apesar da idade. O clima do filme parece sombrio, lembrando obras recentes, e o papo sobre IA aparece no horizonte. O destaque fica no hobby gamer que acompanha a produção.
Você acompanharia Frankenstein na Netflix e levaria o Deck para uma pausa de jogo? Qual título você escolheria para jogar entre as cenas?
Terminator 2D: No Fate foi adiado pela segunda vez, agora com lançamento previsto para dezembro. A Bitmap Bureau queria lançar em 31 de outubro, mas a instabilidade financeira global adiou tudo para 26 de novembro e, na prática, empurrou ainda mais para o mês seguinte. O atraso persiste, mesmo com avanços.
A Reef Entertainment explicou que mudanças comerciais e tarifas internacionais atrasaram o envio das edições Day One e Collector’s. Como a editora quer lançar todas as edições ao mesmo tempo, as versões físicas e digitais precisam de tempo extra para chegar aos fãs. Em atualização no Steam, o envio das cópias físicas já terminou, mas a montagem ainda não.
Não fica claro se o atraso vem do envio ou da montagem final, mas a editora pediu desculpas aos jogadores, dizendo que não quer desapontar a comunidade. Eles garantem que estão quase lá.
No Fate parece valer a pena, com visual 16‑bit que recria momentos do filme e expande a história. Além do run-‘n’-gun, há beat ‘em up, perseguições de veículos e até stealth, como a fuga de Sarah Connor. Em desenvolvimento, a Nacon Studio Milan trabalha em Terminator: Survivors; você está animado para ver esse retorno da franquia no PC?
Passei parte do meu fim de semana apresentando aos meus amigos a magia de ficar no topo da superfície em busca de tesouros, robôs e até amizades em Arc Raiders, e parece que outras 462.488 pessoas pensam igual. Arc Raiders atingiu 100.000 jogadores simultâneos em apenas 30 minutos após o lançamento, e dias depois chegou a ultrapassar Helldivers 2 no pico de jogadores. Em 14 horas, o jogo alcançou 462.488 simultâneos, ultrapassando o pico de Helldivers 2, que ficou em 458.709. Isso mostra como o título da Embark está crescendo rápido entre os maiores lançamentos dos últimos anos, especialmente em 2025, que foi um ano forte para shooters. E não é só sobre números: a experiência tem sido elogiada pela comunidade e pela nossa equipe, que chamou Arc Raiders de um shooter de extração adequado para quem tem agenda cheia. As avaliações no Steam continuam muito positivas, com 90% de aprovação em 44.834 reviews, com fãs destacando PvPvE compacto e divertido. E você, já tentou extrair tesouros em Arc Raiders neste fim de semana?
Completar Prescriptions of the Past em Arc Raiders é uma missão bem direta, mas não é só apertar o gatilho. Lance, o médico robô da Speranza, te manda para o Departure Building no Spaceport, bem no centro do mapa. O objetivo é garimpar antigos prontuários guardados ali. O caminho até a Medical Exam Room não é complicado, mas exige ficar de olho no trajeto entre o saguão, as escadas e as passarelas até achar a sala marcada.
O Departure Building pode ter uma turret ao redor e fica próximo ao centro, cercado por Arcs. Mesmo assim, o prédio não recebe muita gente, então não é um pesadelo de Raider. Eu recomendo levar um loadout grátis, já que desta vez você não precisa exfiltrar itens. O roteiro é esse: entre pela porta principal vindo do leste, suba as escadas, curve à esquerda e pegue a passarela à esquerda até ver a placa da Medical Exam Room. No final da passarela, entre na área sinalizada para as “Exam Rooms”.
Nessa área, busque por uma mesa com um computador à direita e interaja na opção “Search Medical Records” para concluir a missão para o Lance. Fique atento aos inimigos no caminho e, se já pegou esse troféu, comenta qual trecho ajudou mais a chegar lá.
Apesar de querer fingir que não sou tão competitivo na maioria dos jogos, Rust me faz admitir o contrário toda vez que volto a jogar. Voltei para entender por que parei: o jogo traz um demônio que aparece quando menos espero, aquele tipo de jogador que gosta de vingança e de dominar a porta dos outros à noite.
Não sou o atirador mais afiado, mas não recuso a chance de me vingar depois que me eliminam. Se alguém me provoca, entro no modo vingança, sem esquecer meu jeito de defender o que é meu desde a escola.
Meu retorno a Rust, uma sobrevivência social para psicopatas que já me deixou com semanas da vida nisso, tem sido mais tranquilo, com risadas quando eu perco para fragmentos de metal ou para um frango estragado. Tentei conversar na primeira vez: era meu vizinho, eu não queria brigas, mas ele me atirou ao sair do Bandit Camp.
Passei horas planejando a vingança, chegando a explodir o amigo dele — comigo mesmo — em um momento tão ridículo que ouvi risadas na tela. Decidi me mudar para uma casa isolada na selva, longe de vizinhos, e comecei a construir sem me preocupar muito com a estética.
Foi aí que apareceu a decoração: cordas de luz, uma capa de vampiro e eu praticamente nu, com uma estética exagerada. Do lado de fora, ele atira de novo, sem dizer uma palavra. Cheguei a ouvi-lo cantando no chat: Welcome to the Jungle. A cena era tão absurda que me fez rir até doer. Mesmo assim, seguimos em campos opostos até que o servidor foi resetado e tudo mudou. Ainda sinto falta daquele vizinho estranho que parece odiar decorações fora de hora.
Fonte: a PCGamer.
E você, já viveu uma situação tão maluca como essa em Rust?
Immortals Fenyx Rising apareceu no radar com uma comparação marcante: muito lembrando The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Mesmo assim, há uma notícia boa: até 2 de dezembro o jogo principal é grátis para ficar na Ubisoft Store, enquanto a Gold Edition, que traz o passe de temporada e cosméticos, está em promoção por R$75. O jogo também aparece em uma assinatura da Ubisoft parecida com Game Pass, mas vale a pena acompanhar os descontos frequentes.
A promoção celebra o quinto aniversário do Ubisoft Connect, conforme o blog oficial. O app fica conhecido pelo ícone no desktop e por facilitar abrir Steep ou um jogo da Rayman; a Ubisoft busca manter jogadores entre plataformas, e o cross-play e o cross-save funcionam bem quando usados.
Sobre Immortals, ele é descrito como uma aventura de ação divertida e colorida, com humor, embora puzzles às vezes peguem. O rumor de uma continuação acabou cancelado, mas o jogo original continua valendo a pena. Se você pegar de graça, terá a chance de explorar um mundo de mitologia grega sem gastar nada, até a data limite. Vai pegar?
Foi um ano grande para No Man’s Sky, com reworks que mantêm o universo sempre em movimento. Em 2025 chegaram Worlds: Part 2, Relics, Beacon e Voyagers, além de melhorias que deixaram a exploração e a gestão de bases mais suaves, e registraram picos de jogadores.
No fim do ano, a Hello Games rerun all four expeditions que acompanharam cada atualização, dando aos jogadores novas chances de completar objetivos e ganhar recompensas. A Beachhead Expedition já começou no N7 Day e vai até 18 de novembro, trazendo de volta a Normandy SR-1 de Mass Effect para a sua coleção de naves.
Logo depois, o Titan expedition foca em explorar os tipos de planetas apresentados em Worlds: Part 2, com a promessa de uma living ship como recompensa. Quando o Titan termina em 2 de dezembro, Relics começa no dia seguinte, buscando fósseis para a Galactic Palaeology Society.
Em 17 de dezembro chega Corvette, desafiando os jogadores a montar uma Corvette class enquanto fogem de uma horda de Sentinelas. Breach volta no Ano Novo, oferecendo uma nova atmosfera ao seguir o rastro do Fireship Arcadia. E você, qual expedição pretende explorar primeiro?
Arc Raiders mostra um loot que recompensa quem presta atenção aos detalhes. O segredo está em olhar para além do óbvio e explorar os cantos mais escondidos.
Um dos meus locais favoritos fica nos Raider Outposts em Dam Battlegrounds. Lá costuma haver loot interessante já no térreo, como suprimentos médicos e itens de crafting, às vezes um estojo de arma. Do lado de fora, há uma escada que leva ao telhado, onde aparecem mais caixas para abrir. Mas o verdadeiro ouro fica no teto: prateleiras viram uma escada para subir até uma grade e, de lá, alcançar o teto. Lá você encontra uma raider bag, outro esconderijo de armas e mais recursos, desde que ninguém tenha chegado antes.
Levar um pouco mais de tempo para observar o cenário compensa em Arc Raiders. Com curiosidade, acabei encontrando vários lugares legais só olhando ao redor. Mesmo com a competição, os mapas são grandes o bastante para cada jogador levar algo de Speranza, e ainda há muito espaço para novas descobertas.
Se você gosta de explorar, procure áreas simples que escondem passagens ou baús. E você já tentou vasculhar o telhado dos Raider Outposts para loot extra?
Dispatch é uma comédia ambientada no dia a dia de um escritório de super-heróis. Desenvolvido pela Ad Hoc Studios, o jogo veio como uma surpresa entre aventuras episódicas e vendeu 1 milhão de cópias em apenas 10 dias. Mesmo com a primeira temporada ainda em andamento, o sucesso aumenta a expectativa de uma segunda temporada.
O cofundador da empresa, Pierre Shorette, disse que já é hora de começar a pensar na temporada 2, em uma conversa para o podcast Friends Per Second. A ideia é simples: se o jogo agradou tanto assim, faz sentido explorar mais dessa fórmula que mistura humor e narrativa coletiva.
Há quem veja Dispatch como a tentativa de manter vivo o espírito de aventuras episódicas que ficou famoso pela antiga era da indústria, com números que ajudam a sustentar esse interesse. O jogo lançou com mais de 12 mil jogadores simultâneos e, conforme os episódios foram chegando, os picos subiram para dezenas de milhares, chegando a mais de 131 mil com os episódios 5 e 6. Com os episódios finais chegando, é provável que os números continuem subindo.
Você toparia ver uma sequência que continue nesse estilo ou prefere que a ideia evolua para outra abordagem de narrativa interativa?
Vamos direto ao assunto: Deep Rock Galactic: Rogue Core foi adiado para o início do segundo trimestre de 2026. A Ghost Ship Games explicou que não dá para fazer tudo ao mesmo tempo sozinha, então a equipe vai dividir o trabalho com a Invisible Walls, de Copenhague, para criar a sexta temporada de Deep Rock Galactic já no próximo ano.
A novidade principal da temporada é um bioma sombrio chamado Ossuary Depths, com ossos gigantes de monstros antigos e três novas espécies de Ossirans: Scrab, Pit Jaw e Bone Collector, que aparece em outros biomas. O evento Heavy Extraction chega, onde você retira resinite âmbar de cavernas e o prende aos lançadores de carga para sair da jazida. Haverá rumores de algo escondido dentro do resinite, mas ainda sem confirmação.
Enquanto a Ghost Ship foca em Rogue Core, a Invisible Walls trabalha no desenvolvimento dessa nova empreitada roguelite, que reimagina armas, habilidades e progressão. Rogue Core começa em acesso antecipado no primeiro semestre do próximo ano e adiciona uma quinta classe, algo que muitos pediam para Deep Rock Galactic. Você topa explorar esse novo ritmo de jogo com cinco classes?