© 2026 Todos os direitos reservados.
Política de Privacidade

Pimax Crystal Super: visual impressionante, mas pesa no pescoço

Pimax Crystal Super: visual impressionante, mas pesa no pescoço

Mesmo em 2025, VR ainda parece futurista. O Pimax Crystal Super tenta resolver a parte visual: tela de altíssima resolução e campo de visão largo deixam a imagem impressionante. Para isso, ele precisa de um PC potente. A fabricante recomenda pelo menos uma RTX 2070, mas na prática você vai precisar de algo como uma 4080 para aproveitar a tela.

O headset tem construção sólida e encaixe ajustável, com acolchoamento confortável. O problema é o peso: é um dos mais pesados que testei, e os módulos de áudio deixam tudo ainda mais pesado. Em jogos ativos como Beat Saber o pescoço sente rápido; em jogos de simulação e sentado, como MSFS 2025 e corridas, a experiência fica ótima por mais tempo. O software da Pimax é necessário para ajustar e fazer rodar alguns jogos, o que é um passo a mais na configuração.

No quesito imagem o Crystal Super brilha: resolução por olho altíssima, 140° de campo de visão e 90 Hz de taxa tornam as cenas muito imersivas. Há sinais de screen-door em áreas muito claras, algum desvio de cor nas bordas e os pretos não chegam a ser profundos como em telas OLED, mas isso raramente atrapalha durante o jogo. O preço oficial vira algo entre cerca de R$8.800 e R$9.600 dependendo da moeda, e comentários sobre o custo em AUD equivalem a cerca de R$10.200. Se você tem PC top, dinheiro e não se importa com o peso, é uma experiência VR de cair o queixo; caso contrário, talvez esperar por alternativas mais leves seja melhor.

Inscrever-se
Notificar de
0 Comentários
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários