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Larian vai reinventar Divinity depois de aprender com Baldur’s Gate 3 — veja o que muda

Divinity

Nick Pechenin, chefe de design da Larian, disse que o próximo Divinity vai mudar bastante a fórmula dos jogos Original Sin. Em uma sessão de perguntas e respostas, ele explicou que a equipe revisou ideias de Divinity: Original Sin 1 e 2 e também se inspirou no trabalho feito durante o desenvolvimento de Baldur’s Gate 3. O resultado foi a criação de um novo sistema de economia de ações e de progressão de personagens.

Não há muitos detalhes finais, mas a intenção é equilibrar o ritmo do combate. Em jogos de mesa como D&D, a limitação de ações por turno privilegia controle de grupo, enquanto em DoS2 os pontos de ação permitiam longos turnos. A Larian quer algo que seja intuitivo para fãs de ambos os estilos e que evite turnos arrastados ou momentos de espera.

A equipe também vai simplificar superfícies elementais que acabaram ficando confusas no título anterior. Variantes demais de efeitos positivos e negativos tornaram algumas mecânicas pouco claras para os jogadores. Para encurtar lutas, a Larian aplicou técnicas que permitem que inimigos simples se movam e ataquem em conjunto, reduzindo o tempo ocioso do jogador.

Por fim, a Larian tende a abandonar loot totalmente aleatório em favor de itens mágicos mais trabalhados à mão, como acontece em alguns RPGs modernos. A experiência mostrou que a aleatoriedade pode confundir e não poupou tanto tempo quanto parecia. Em resumo: menos confusão, combates mais ágeis e itens com identidade.

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