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Leon aparece jogável em Resident Evil: Requiem — trailer mostra ação explosiva e cena com motosserra
Um novo trailer de Resident Evil: Requiem revelou uma surpresa grande: Leon aparece como personagem jogável. A revelação veio em um grande evento de jogos. Até agora a Capcom dava Grace Ashcroft como protagonista, mas Leon terá um papel importante também. Grace foca no terror de sobrevivência. Leon traz ação explosiva, com tiros por cima do ombro e combos corpo a corpo que lembram seus golpes clássicos. A proposta de Leon parece mais cinematográfica e voltada para combate rápido.
O trailer mostrou o vilão Victor Gideon, um médico que aparenta ter sido respeitado e agora está fora de controle. Ele é grande, raivoso e usa óculos. Há cenas de tiroteio em terceira pessoa e momentos de combate corpo a corpo, com chutes giratórios que são marca de Leon. Em uma cena, depois de ser perseguido por um inimigo com motosserra, Leon rouba a arma e passa a usá-la contra os oponentes. O visual do vilão e a trilha criam uma sensação tensa. As animações lembram os jogos mais recentes da franquia.
Resident Evil: Requiem chega em 27 de fevereiro e já está em pré-venda na Steam. Se você curte ação direta e combos, a versão do Leon pode ser a maior surpresa. Quem prefere terror puro ainda vai ter a campanha da Grace, então o jogo deve oferecer os dois estilos.
Uma atualização inesperada na PlayStation Store revelou a nova arte de capa de Resident Evil Requiem e colocou Leon S. Kennedy em evidência. A imagem apareceu para quem comprou a versão digital não-deluxe e trouxe de surpresa o veterano da série.
Desde o primeiro anúncio havia muita especulação sobre a presença de Leon. Vazamentos anteriores e a arte da pré-venda reforçam a ideia de que ele aparece no jogo. A desenvolvedora vinha afirmando que Grace Ashcroft é a protagonista, e o diretor tentou afastar rumores dizendo que Leon não combinaria bem com um terror mais puro, mas a capa sugere que havia planos diferentes.
Também surgiram listas de lojas com supostas edições deluxe que mencionavam roupas para Rosemary Winters e um filtro tipo visão de detetive. Esses detalhes levantaram suspeitas porque parecem fora do tom e podem até ser texto gerado automaticamente. Vazadores que costumam compartilhar informações pedem cautela sobre essas entradas.
Pelo tamanho da participação na arte, Leon deve ter um papel importante, mas pode ser só um ponto de virada na história. É possível que a editora planejasse uma grande revelação em um evento e ela tenha sido adiantada pela loja digital. Resta aguardar mais confirmações antes de tirar conclusões, com lançamento previsto para 27 de fevereiro.
Resident Evil Requiem é uma continuação da história principal da série e apresenta uma protagonista nova, Graça Ashcroft. Ela vai explorar locais importantes do universo Resident Evil, incluindo uma Raccoon City destruída. O jogo foi pensado para ser acessível: quem nunca jogou a franquia deve entender a história sem problemas.
Em entrevista, o diretor Koshi Nakanishi explicou que os jogos que mais se aproximam do tom de Requiem são Resident Evil 2 e Resident Evil 7. Resident Evil 7 tem uma estrutura parecida, com protagonista novo e pouca experiência em combate. Resident Evil 2 mostra o lado mais focado no terror, enquanto Resident Evil 4 pende para a ação. Isso indica que Requiem deve ser mais assustador.
Aproveitando a expectativa, a Fanatical lançou o Fanatical Capcom All-Stars Bundle com 23 jogos da Capcom. Entre eles estão Resident Evil 2, Resident Evil 3, um pacote com Resident Evil 4 e 5, e Resident Evil 7. Também há títulos como Ace Attorney, Okami, Onimusha e Devil May Cry 4. Comprando dois jogos o preço cai para $6.50/£6.50 por item; três ficam a $6.33/£6.33 cada; e quatro ou mais saem por $6.25/£6.25 por item. Você tem duas semanas para aproveitar, mas compre só o que realmente quer.
Vai aproveitar para revisitar Resident Evil 2 antes de jogar Resident Evil Requiem?
O produtor Masato Kumazawa disse em entrevista que personagens de jogos anteriores vão aparecer em Resident Evil Requiem. Ele afirmou que serão figuras ligadas ao incidente de Raccoon City e pediu para os fãs não criarem expectativas exageradas.
Isso reacende as especulações sobre a volta de Leon Kennedy. A Capcom já deixou claro que Leon não será o protagonista do jogo, mas não descartou participações menores ou cameos, então a possibilidade segue em jogo.
Já vimos Alyssa Ashcroft em um dos trailers acompanhando a filha. Outros nomes que podem aparecer incluem:
- Ada Wong
- Sherry Birkin
- Jill Valentine
- Claire Redfield
Em resumo, Requiem deve reunir rostos conhecidos ligados a Raccoon City, mas sem garantias sobre quem volta. Qual personagem você mais quer ver no jogo?
A Capcom quer levar Resident Evil de volta ao medo com Requiem, priorizando terror em vez de ação. Em entrevista, o produtor Masato Kumazawa disse que o time ouviu o feedback de quem achou Resident Evil 4 e Village mais voltados para combate. A meta é manter a tensão até o fim, usando trechos de ação só para fazer os sustos seguintes funcionarem melhor. O projeto começou antes de Village.
A campanha apresenta Grace Ashcroft, analista técnica do FBI. Ela sabe atirar, mas não é uma lutadora: fugir e se esconder serão essenciais. Por isso Leon Kennedy não volta como protagonista aqui — ele é bom demais para um clima de horror. A demo de 30 minutos mostrada na Gamescom reforçou o tom pesado, com perseguições de um stalker (inimigo perseguidor) e momentos de esconderijo, como ficar debaixo de mesas.
O estúdio promete um respiro aqui e ali, com pequenas cenas de ação para dar fôlego e, logo depois, aumentar o impacto do terror. O produtor também disse estar aberto a ouvir feedback nas redes sociais.
E você, prefere Resident Evil mais tenso e focado em fuga, ou com mais ação?
O Monster Hunter Wilds vem sofrendo com desempenho instável no PC, com quedas de performance que pioraram para muitos jogadores após atualizações. Apesar de o jogo ser sólido em conteúdo, a jogabilidade perde quando o desempenho falha, e a Capcom tem demorado para resolver.
Em entrevista para investidores, a Capcom disse que Resident Evil Requiem é diferente de Wilds em jogabilidade, arquitetura de sistema e recursos de rede, e que não espera problemas parecidos no PC. A empresa afirma que está desenvolvendo o jogo para rodar de forma fluida em uma ampla faixa de especificações.
No curto prazo, o Wilds deve receber em dezembro melhorias de otimização com foco em reduzir a carga na CPU e a chegada do primeiro Elder Dragon, o dragão-ancião (monstro de alto nível). Mesmo com os problemas, ainda há uma base ativa de jogadores.
A Capcom também reforçou que seus jogos de catálogo continuam indo bem, citando a série Resident Evil como exemplo, e afirmou não ter preocupações com o potencial de crescimento dessas vendas.
Requiem começou como um projeto multiplayer e migrou para uma experiência single-player, mas a promessa é manter o desempenho estável no PC. Você acha que Requiem vai escapar dos problemas de performance no lançamento?
Resident Evil Requiem vai apostar forte no terror inspirado em Resident Evil 2. No jogo, controlamos Grace Ashcroft em uma campanha solo focada em sobrevivência.
Em entrevista, o produtor Masato Kumazawa revelou que o projeto começou como um jogo online multiplayer e ficou em desenvolvimento por cerca de seis anos. Nessa versão, o horror era mais leve, mas a jogabilidade era divertida. A equipe avaliou que os fãs da série talvez não curtissem tanto essa direção e decidiu voltar ao singleplayer para priorizar o medo.
Mesmo assim, partes do protótipo online foram aproveitadas para garantir que a ação continue divertida. Os detalhes não foram divulgados.
A Capcom já testou multiplayer na franquia: Resident Evil 5 e 6 trouxeram campanha cooperativa, Revelations tem o modo Raid (fases com desafios para jogar em cooperativo), e RE:Verse tentou o PvP online, mas não vingou. Requiem mira o que a série faz de melhor: horror e tensão em primeira mão.
E você, prefere Resident Evil com campanha solo intensa ou quer ver um modo online bem feito no futuro?
Resident Evil Requiem chega a Raccoon City com uma pegada diferente: a cidade volta ao centro da série desde o Resident Evil 3, com os cenários de torres e corredores claustrofóbicos substituindo os becos e áreas desertas de entradas antigas. O material visto até agora lembra o clima de Resident Evil 2, com elevadores, corredores cheios de tensão e labirintos que criam urgência.
O produtor Masato Kumazawa confirma que Requiem mantém DNA próximo de Resident Evil 2, o que ajuda a revisitar o passado sem perder a novidade. A nova protagonista, Grace Ashcroft, é bem diferente de Ethan Winters: Grace é mais vulnerável, sente mais medo e traz uma bagagem emocional mais forte, o que muda a forma como o jogador se envolve na história.
Um recurso marcante é a possibilidade de alternar entre visão em terceira e em primeira pessoa. Assim, dá para ver Grace correndo, em pânico, ou mergulhar na imersão como o jogador, como em Resident Evil 7 e Village.
O retorno a Raccoon City é arriscado, e a equipe sabe disso, pois a cidade carrega décadas de lore. O título também é citado como exemplo de survival horror clássico, em meio a novidades de Silent Hill f, Fatal Frame e Resident Evil em lançamentos próximos. Resident Evil Requiem chega ao PC em 27 de fevereiro. E você, prefere explorar em terceira ou em primeira pessoa?
O remake de Fatal Frame 2: Crimson Butterfly foi anunciado pela Koei Tecmo durante o State of Play com foco no Japão. O lançamento ficou marcado para 12 de março de 2026 e promete reacender a memória de quem acompanhou a trilogia de horror no fim dos anos 90 e começo dos 2000, entre Silent Hill, Resident Evil e Fatal Frame.
A equipe promete um retrabalho completo do game de 2003, com iluminação repaginada e texturas mais nítidas para deixar as sombras mais densas e os sustos mais precisos.
A mecânica central continua a Camera Obscura, mas com refinamentos que a tornam mais tangível. O diretor Makoto Shibata enfatizou o visual mais imersivo, e a equipe de direção de ação da Team Ninja ajudou a lapidar o sistema de combate. Agora você tem zoom e foco que simulam uma câmera de verdade, além de filtros que alteram o que você vê, abrindo caminhos diferentes na exploração e nos confrontos.
A Steam descreve o remake como um “complete overhaul” do título de 2003, mantendo as irmãs Mio e Mayu Amakura enquanto exploram a vila de Minakami e usam a Camera Obscura para exorcizar espíritos e desvendar segredos além da própria sanidade.
Essa revisita vem num momento em que o clima de terror japonês visita as aging consoles; será que esse remake eleva o gênero ou fica apenas na nostalgia? Você encara reviver esse clássico com filtros de câmera e luz mais sombria?
Estamos revivendo o renascimento do horror japonês dos anos 2000, mas desta vez sem a exclusividade de consoles que marcou aquela era. Durante o State of Play focado no Japão, a Koei Tecmo anunciou que Fatal Frame 2: Crimson Butterfly Remake será lançado em 12 de março de 2026.
A notícia é especialmente emocionante para quem viveu o período entre 1999 e 2005, quando Silent Hill, Resident Evil e Fatal Frame lançavam títulos numerados regularmente. Desde então, as três franquias passaram por períodos de pausa, spin-offs ou simplesmente ficaram em silêncio. O ano de 2012 marca a última vez que esse trio de horror lançou algo significativo no mesmo semestre, com Resident Evil 6, Silent Hill: Downpour e o remake de Fatal Frame 2 exclusivo para Wii.
Fatal Frame recebeu alguns remasters nos últimos anos, mas nenhum tão extenso quanto o anunciado hoje. E sim, você leu corretamente: este é o segundo remake de Fatal Frame 2, embora os jogadores da América do Norte nunca tenham tido a chance de jogar o primeiro.
O remake promete trazer de volta a atmosfera aterrorizante que definiu a série, com gráficos modernizados e jogabilidade aprimorada. A Camera Obscura, o icônico dispositivo usado para capturar fantasmas, retorna com mecânicas renovadas que prometem intensificar ainda mais a experiência de horror psicológico.
Com Silent Hill 2 Remake já disponível e um novo Resident Evil confirmado para 2026, os fãs de survival horror japonês têm muito o que comemorar. Depois de anos de seca, finalmente teremos um semestre digno da era de ouro do gênero.