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#Notebooks

Alerta: Asus vai subir preços de notebooks e laptops gamers podem ficar até R$1.700 mais caros
Asus

A Asus planeja ajustar os preços de algumas combinações de produtos a partir de 5 de janeiro de 2026. A empresa diz que a revisão leva em conta condições do mercado, estabilidade de fornecimento e investimentos em pesquisa e desenvolvimento. A Asus também afirmou que o documento era uma comunicação interna, não um anúncio público.

Lojas consultadas em um grande centro de compras em Taiwan relataram que os aumentos já começaram a aparecer. Para notebooks de uso geral, a alta estimada é de cerca de R$ 500 a R$ 830. Para laptops gamers, a alta estimada fica por volta de R$ 1.300 a R$ 1.700. Em alguns pontos de venda houve relatos de ajustes de preços em várias marcas, com aumentos que podem chegar a 20%.

A principal causa é a escassez de memória, impulsionada pela forte demanda por inteligência artificial, além de um mercado global aquecido. Em mercados com estoque comprado por preços antigos ainda há boas ofertas, mas quando essas unidades acabarem os revendedores devem repassar os custos. Se você estava de olho em um notebook gamer, vale verificar promoções agora, porque os preços podem subir rapidamente.

Em outros mercados, os aumentos ainda não apareceram com a mesma intensidade. Lojas que ainda têm estoque comprado por preços antigos seguem com promoções. Mas quando essas unidades acabarem, a reposição deverá vir com custo maior e isso deve chegar ao preço ao consumidor. Para quem precisa trocar de máquina agora, vale comparar modelos, checar a garantia e aproveitar ofertas enquanto durarem.

Asus ROG Zephyrus Duo 2026: duas telas 3K OLED e potência monstruosa — você vai querer um?
Asus

Testei o Asus ROG Zephyrus Duo 2026 em Las Vegas e a primeira impressão foi boa. Ideias de laptops com duas telas já existiam, mas esta versão parece mais prática. Em vez de uma segunda faixa estreita, aqui são duas telas OLED de 16 polegadas, 3K e 120 Hz, articuladas ao centro como um grande livro.

O teclado é magnético: encaixa sobre a tela inferior para uso tradicional ou fica separado e funciona sem fio quando as telas estão em pé. A base concentra a maior parte dos componentes e traz um suporte metálico robusto que mantém tudo firme. O acabamento e a construção passam segurança; não parece um protótipo.

Nas opções de configuração há RTX 5090 Mobile e Intel Core Ultra 9 386H, então o desempenho deve ser de alto nível, mas também vai exigir bastante ventilação. O conjunto é grosso e pesado: 2,85 kg, nada para quem quer muita mobilidade. Fechado, com o teclado sobre a parte inferior, o aparelho fica bem mais espesso.

Não há preço confirmado, mas é provável que seja alto. Mesmo assim, a máquina chamou atenção e quero uma unidade para análise completa. Se você trabalha com várias janelas e busca produtividade, o Zephyrus Duo 2026 pode ser uma solução ambiciosa e interessante.

Lenovo revela notebook com tela enrolável que vira monitor de 24 polegadas — ideal para gamers em viagem?
Lenovo

No CES de 2026, a Lenovo apresentou um conceito de notebook com tela enrolável que muda de um formato compacto para uma tela grande e horizontal. No ano anterior, a Lenovo tinha mostrado uma versão vertical com proporção diferente, e agora optou pelo formato widescreen. A ideia é que a tela expanda para 21,5 polegadas no modo Tactical e para 24 polegadas no modo Arena, replicando tamanhos usados em competições. Por ser enrolável, o aparelho busca combinar portabilidade com uma visualização mais imersiva para jogos.

A empresa afirma que o objetivo é atender atletas de esports que precisam de desempenho profissional em viagem, permitindo treinar em condições parecidas com torneios. Mesmo assim, o público comum também ganharia com a tela expansível, que deixa o notebook leve para transporte e amplo para jogar quando aberto. Ainda é só um conceito e não há produto final disponível.

Apesar do foco em esports, a tela horizontal parece mais prática do que a versão vertical mostrada no ano anterior. Se o mecanismo não aumentar muito o peso e o volume, um modelo baseado no Legion Pro 7i poderia ser uma opção portátil que supera até notebooks enormes em imersão. Vale ficar de olho: a ideia é interessante e pode mudar como levamos equipamentos para treinos e viagens.

MSI anuncia o 'laptop gamer mais potente do planeta' com 300W e RTX 5090 — será que vale?
MSI

A MSI revelou os notebooks Raider 16 Max HX e Raider 16 HX, apresentados como ‘o laptop gamer mais potente do planeta’. A marca anuncia 300W de potência total do sistema: 175W dedicados para a GPU (RTX 5090 ou 5080) e 125W para o processador Intel Core Ultra 200HX. É impressionante ver esse nível de hardware em um chassi mais compacto.

Os modelos trazem também um painel inferior de acesso rápido para ampliar memória e armazenamento sem tirar toda a tampa traseira, um sinal de modularidade bem-vindo. As telas são OLED 2.5K a 240 Hz, combinação boa para games. Para refrigeração, a MSI fala do Cooler Boost Trinity com Intra Flow: três ventiladores, seis heat pipes, cinco saídas de ar e composto térmico de mudança de fase.

O peso é de 2,6 kg, mais leve que notebooks de 18 polegadas, mas ainda mais pesado que opções mais finas de 16 polegadas. A ideia de alimentar tanto a GPU quanto a CPU com níveis altos de potência deve ajudar em produtividade e jogos exigentes, mas posso imaginar barulho e aquecimento a pleno uso. O modelo anterior da linha foi criticado pelo preço alto, passando de R$20.000, então a principal dúvida é se todo esse desempenho vai valer o investimento. Vamos aguardar análises e o preço final para saber se compensa.

Dell renova XPS com ultrafinos, 40 horas de bateria e OLED empilhado — mudou o jogo?
Dell

A Dell trouxe de volta a família XPS com dois notebooks premium: XPS 14 e XPS 16, e anuncia um XPS 13 para daqui a pouco. A aposta é em construção de alta qualidade, autonomia longa e telas opcionais em OLED empilhado. Curiosamente, as configurações iniciais não trazem placa gráfica dedicada; a empresa confia no novo chip Intel Panther Lake e na iGPU para entregar desempenho gráfico sem GPU separada.

O design recebeu mudanças práticas: a barra de teclas capacitivas sumiu e as teclas voltaram ao teclado. O trackpad ganhou um leve etching para indicar as bordas do vidro. Ambos têm 14,6 mm de espessura e a Dell diz que o XPS 14 é mais compacto que o MacBook Air 13, proporcionando mais área de tela em menos espaço.

A grande novidade é a bateria com células 900ED, com densidade energética acima das 700ED atuais, um ganho superior a 20%. Isso permitiu manter os aparelhos finos e oferecer 70WHr de capacidade. A Dell promete até 40 horas de reprodução local de vídeo e 27 horas de streaming com o chip Panther Lake. A opção de telas tandem OLED empilha dois painéis para mais brilho (até 400 nits), mas reduz a autonomia.

Os preços iniciais lá foram ficam em cerca de R$10.700 para o XPS 14 e R$11.400 para o XPS 16. Ambos já estão à venda; o XPS 13 chega ainda este ano. Para quem busca portabilidade sem abrir mão do desempenho, os novos XPS podem ser uma alternativa interessante — resta ver, na prática, o quanto a iGPU Panther Lake aguenta em jogos e tarefas mais pesadas.

Asus x Kojima: coleção dourada com Ludens que vai encantar — mas o Flow Z13 pode decepcionar
Asus

A Asus e a Kojima Productions anunciaram uma coleção em parceria na CES 2026. A linha reúne headset ROG Delta II, mouse Keris II, mouse mat Scabbard II, uma case inspirada em Death Stranding e o ROG Flow Z13, tudo em branco e dourado. A estética é centrada no personagem Ludens, com artes do artista Yoji Shinkawa. Shinkawa diz que quis criar um gadget que pareça pertencer a Ludens e preservar a essência do personagem.

O visual é bem caprichado e a frase que mistura os slogans das duas marcas — ‘for Ludens who dare’ — aparece em todos os itens: topo do headset, lateral do mouse, borda do Flow Z13, base da case e centro do mouse mat. A case tem estilo de entrega como em Death Stranding e o dourado dá ar de luxo. São detalhes pensados para fãs e colecionadores.

Não há preço oficial para a coleção, mas a previsão é de lançamento no primeiro trimestre. O Flow Z13 é o principal item da linha e a versão padrão com AI Max 390 custa cerca de R$10.000, então a parceria deve ficar cara. Testes anteriores mostram que o Flow Z13 tem boa CPU, mas a GPU deixa a desejar para o valor pedido. Para quem quer jogar com melhor desempenho, modelos como Zephyrus, Strix G16 ou o ROG Ally podem ser opções mais adequadas. Se o preço pesar, sempre há a alternativa de usar adesivos e pintura dourada.

Você não vai acreditar no novo ROG Zephyrus Duo 2026: duas telas 3K e um modo para jogar frente a frente
Asus

O novo ROG Zephyrus Duo 2026 é um notebook gamer com duas telas OLED de 16 polegadas, resolução 3K e 120 Hz. Uma das telas fica no lugar do teclado e sobe junto com a parte superior do aparelho graças a uma dobradiça que abre até 320°; na traseira há um apoio que mantém o conjunto em pé.

Ele traz processador Intel Core Ultra 9 386H, com uma configuração que entrega 16 threads (4 núcleos de desempenho, 8 eficientes e 4 de baixo consumo). A GPU pode chegar à Nvidia GeForce RTX 5090 em versão mobile. Memória de até 64 GB LPDDR5X, armazenamento via dois slots M.2 Gen5, Wi‑Fi 7, Bluetooth 6.0 e bateria de 90 Wh. A Asus incluiu um teclado destacável que se conecta por ímã e também funciona via Bluetooth; o teclado tem 1,7 mm de curso e pode ser usado sobre a segunda tela ou separadamente.

A segunda tela tem vários usos: pode ficar plana como uma grande superfície tipo tablet, subir em modo tipo “Book Mode” ou formar uma tenda para jogar em co-op local com outra pessoa do outro lado. A ideia é interessante, mas aumenta tamanho e peso do aparelho — o modelo pesa quase 3 kg. Em desempenho, a combinação de CPU e GPU promete alto potencial, embora GPUs topo de linha em notebooks possam sofrer com aquecimento e perda de desempenho em alguns cenários. O preço ainda não foi anunciado, então a escolha vai depender do quanto você valoriza a versatilidade frente ao tamanho e ao custo.

Novo Alienware 'de entrada' quer tornar a marca acessível — promete ser bem mais barato
Alienware

Em uma pré-apresentação antes da CES 2026, a Dell e a Alienware confirmaram que trabalham em um notebook gamer de entrada. A ideia é ampliar o alcance da marca, oferecendo um modelo mais acessível sem perder o que importa. A empresa afirmou que o mercado de consumidores é prioridade e quer voltar a oferecer opções para quem procura desempenho com preço mais baixo.

O aparelho ainda está em desenvolvimento e não tem submarca definida. A Alienware diz que fará escolhas inteligentes de investimento para manter qualidade de construção, refrigeração e desempenho, mesmo em um produto mais barato. Isso significa priorizar componentes que afetam a jogabilidade e evitar cortes nas partes que realmente importam. O design inclui teclado numérico e visual mais simples, pensado para competir com outras linhas de entrada.

A meta é reduzir preços em centenas de dólares, o que dá algo em torno de R$1.000 a R$3.000 a menos, dependendo do mercado e das opções. A movimentação pode ser inteligente, especialmente com a alta de preços de memória prevista para 2026, mas muito vai depender das escolhas de configuração e do poder gráfico final. Mais detalhes devem aparecer na primavera, quando a empresa divulgar especificações e planos de lançamento.

Asus Zephyrus G14 e G16 2026: OLED de 1100 nits e RTX 50 — será o fim do superaquecimento?
Asus

A Asus anunciou uma atualização das linhas ROG Zephyrus G14 e G16 para 2026. As novidades principais incluem telas OLED mais brilhantes, GPUs da série Nvidia RTX 50 e opções de processadores tanto da Intel quanto da AMD. O foco é melhorar desempenho e qualidade de imagem sem perder o visual fino das máquinas.

No G14 a configuração máxima chega a uma RTX 5080, enquanto o G16 já chegou a oferecer uma RTX 5090 na versão anterior. Na parte de CPUs, a versão mais compacta terá opção entre um processador AMD Ryzen AI 9 465 e um Intel Core Ultra de nova geração; o G16 deve trazer a alternativa com o chip Panther Lake da Intel, que promete ganhos relevantes em desempenho e eficiência. A Intel afirma que seus novos chips mobile podem oferecer até 77% mais desempenho de iGPU em relação à geração anterior.

Os dois modelos adotam as novas telas ROG Nebula HDR OLED com pico de até 1100 nits. O G14 pode chegar a 3K com 120 Hz, e o G16 trabalha com 2.5K a 240 Hz, ambos com 0.2 ms de resposta. Isso deve deixar jogos e filmes com cores mais vivas e alto brilho, ideal para salas claras.

A Asus também diz ter redesenhado a refrigeração com ROG Intelligent Cooling, painel inferior com melhor ventilação e saídas de ar otimizadas para reduzir ruído e temperatura. Ainda não há datas ou preços, e é provável que modelos topo de linha custem caro. Mesmo com avanços, GPUs tão potentes em chassi leve podem continuar a desafiar a refrigeração — vale esperar os testes.

Macbook Pro
Apple

A Apple melhorou muito o desempenho dos seus chips M nos últimos anos. No teste single-core do Geekbench 6, o M5 do MacBook Pro de 14 polegadas marcou cerca de 4310 pontos, um número que não tem paralelo entre CPUs concorrentes. O modelo testado tem CPU de 10 núcleos (4 de alto desempenho e 6 eficientes), GPU de 10 núcleos, 32 GB de memória unificada e 4 TB de SSD. Fabricado em 3 nm, o chip no portátil conta com um sistema de refrigeração que permite manter desempenho mesmo em cargas longas.

Na parte gráfica, a Apple integrou aceleração por IA em cada núcleo e aumentou a largura de banda de memória, o que traz ganhos reais. Em OpenCL o GPU marcou cerca de 48.665 pontos, mas ao usar Metal o resultado subiu para 76.397, uma diferença grande. Em testes de renderização o GPU do M5 chega perto de uma RTX 4050. No entanto, o M5 não aguenta Ray Tracing Ultra em Cyberpunk 2077, ficando em torno de 11 fps a 1900×1200. Com upscaling Metal e FSR em Ray Tracing Low é possível chegar a médias de 74 fps, ou 58 fps em Ray Tracing Medium.

Em jogos menos pesados o desempenho é muito bom para uma iGPU: Total War: Warhammer III roda a 29 fps em Ultra a 1920×1200 e sobe para 51 fps reduzindo a escala; Shadow of the Tomb Raider faz 57 fps em alta; Baldur’s Gate 3 chega a 30 fps em Ultra e 38 fps com FSR. O MacBook Pro M5 não é uma máquina dedicada de jogos e custa muito caro, mas abre uma opção real para jogar depois do trabalho. Você compraria um MacBook Pro M5 para jogar?