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A MSI revelou os notebooks Raider 16 Max HX e Raider 16 HX, apresentados como ‘o laptop gamer mais potente do planeta’. A marca anuncia 300W de potência total do sistema: 175W dedicados para a GPU (RTX 5090 ou 5080) e 125W para o processador Intel Core Ultra 200HX. É impressionante ver esse nível de hardware em um chassi mais compacto.
Os modelos trazem também um painel inferior de acesso rápido para ampliar memória e armazenamento sem tirar toda a tampa traseira, um sinal de modularidade bem-vindo. As telas são OLED 2.5K a 240 Hz, combinação boa para games. Para refrigeração, a MSI fala do Cooler Boost Trinity com Intra Flow: três ventiladores, seis heat pipes, cinco saídas de ar e composto térmico de mudança de fase.
O peso é de 2,6 kg, mais leve que notebooks de 18 polegadas, mas ainda mais pesado que opções mais finas de 16 polegadas. A ideia de alimentar tanto a GPU quanto a CPU com níveis altos de potência deve ajudar em produtividade e jogos exigentes, mas posso imaginar barulho e aquecimento a pleno uso. O modelo anterior da linha foi criticado pelo preço alto, passando de R$20.000, então a principal dúvida é se todo esse desempenho vai valer o investimento. Vamos aguardar análises e o preço final para saber se compensa.
A MSI revelou a GeForce RTX 5090 32G Lightning Z, uma placa de vídeo projetada sem meias medidas e focada no público entusiasta. Ela traz uma tela de 8 polegadas integrada ao próprio PCB e abandona o cooler a ar em favor de um sistema de refrigeração líquida externo com radiador de 360 mm e três ventiladores.
O circuito usa uma bomba nova com 71% mais fluxo, e um cold plate full copper para manter a GPU gelada, além de backplate de fibra de carbono. A energia é alimentada por duas conexões de 16 pinos e 40 fases de VRM; há sistema dual BIOS com modos de 800 W e 1000 W, e um BIOS extra de mais de 2500 W reservado para overclock extremo. Para referência, o modelo padrão tem TGP de 575 W, e a MSI recomenda fonte de 1600 W.
O clock boost de fábrica chega a 2.775 MHz, cerca de 365 MHz acima da maioria das RTX 5090. Ajustes finos ficam por conta do app Lightning Hub (web e celular), e há pontos V-check para medir voltagens. A placa vem com um chaveiro para alternar o BIOS e componentes selecionados à mão para desempenho. Serão feitas apenas 1.300 unidades, em edição de colecionador, então espere um preço alto. No geral, é um produto pensado para quem busca o máximo, mesmo que isso exija muito da fonte e do bolso.
A MSI lançou o MPG 341CQR QD‑OLED X36, um monitor ultrawide de 34 polegadas com painel QD‑OLED da Samsung. Ele traz resolução 3440×1440, taxa de atualização de 360 Hz e resposta de 0,03 ms. O painel adota subpixels em faixa RGB em vez do padrão triangular anterior. Brilho de tela cheia fica em torno de 300 nits e pico HDR alcança cerca de 1.300 nits, com certificação DisplayHDR TrueBlack 500. Conexões incluem DisplayPort 2.1a, HDMI 2.1, USB‑C com 98 W de energia e hub USB‑A.
Na prática, a imagem melhorou: há menos tingimento púrpura em luz forte e a cor está mais equilibrada. O novo arranjo de subpixels ajuda no desenho de fontes, mas a densidade de 110 DPI não é tão nítida quanto um 27 ou 32 polegadas 4K, então texto não fica perfeito. O controle de EOTF e o modo Boost entregam bom punch em cenas claras sem perder os picos brilhantes em áreas escuras, e isso faz o HDR em jogos parecer realmente impressionante.
Velocidade e fluidez são absurdas — a combinação de OLED e 360 Hz dá uma clareza de movimento que supera LCDs. O formato ultrawide é ótimo para imersão, menos prático para quem joga esports competitivos, mas é possível usar faixas pretas com 2560×1440. A construção e a ergonomia são completas. O preço estimado é cerca de R$6.000. Se você busca a melhor imagem e velocidade para jogos, este monitor é uma das melhores opções; se precisa de máxima nitidez para texto, pense bem antes de investir.