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#Megabonk

Cena de Megabonk
Megabonk

Megabonk é um jogo 3D de auto-ataque onde você escolhe um herói e sai enfrentando centenas de monstros. Tem personagens curiosos, como um esqueleto skatista que atira ossos. Em cada partida você surge em um mapa gerado proceduralmente, precisa achar um portão de chefe e vencer antes que ondas de fantasmas apareçam e te matem. Há um limite de dez minutos por rodada, o que força decisões rápidas e mantém a ação intensa.

O combate é automático: você foca em se mover, esquivar e coletar as gemas de experiência que os inimigos deixam cair. Pelo mapa há baús, totens, santuários e vendedores com itens estranhos. Subir de nível libera armas e poderes que mudam muito seu estilo de jogo. A estética simples permite centenas de inimigos na tela sem queda de desempenho, e a sensação de cortar multidões é sempre divertida.

Megabonk lembra Vampire Survivors, mas justifica a transição para 3D com mapas mais complexos, quedas perigosas e segredos que valem a exploração. O jogo recompensa runs bem-sucedidas com desbloqueios constantes, e os desafios opcionais estendem a vida útil. Nem tudo é perfeito: algumas armadilhas e um chefe com morte instantânea soam injustos, e trechos que exigem plataforma precisa cansam. Ainda assim, no conjunto é um título curto, acessível e muito divertido, que funciona bem no Steam Deck.

Cena de Megabonk
Megabonk

O final dos finalistas da categoria Players’ Voice no The Game Awards 2025 foi anunciado, e Megabonk — o queridinho indie — ficou de fora novamente. O estúdio Vedinad havia retirado o jogo da disputa de Melhor Estreia Indie depois de admitir que não era realmente uma estreia, já que o desenvolvedor lançou títulos anteriores sob outros nomes. Em seguida Megabonk voltou à corrida na categoria escolhida pelos fãs, mas não entrou na lista final desta vez.

Os cinco finalistas são Clair Obscur: Expedition 33, Dispatch, Genshin Impact, Hollow Knight: Silksong e Wuthering Waves. Clair Obscur costuma aparecer como favorito em várias premiações, mas a Players’ Voice é decidida 100% pelo voto do público. Isso abre espaço para surpresas, já que comunidades grandes e ativas podem se mobilizar e mudar o resultado.

O estúdio Vedinad reagiu com bom humor ao resultado, respondendo nas redes que os ‘bonks’ dos jogadores valem mais do que qualquer troféu. Houve até mensagens de apoio de outros desenvolvedores e influenciadores. O evento começa com um preshow às 21h30 (horário de São Paulo) do dia 11 de dezembro; a cerimônia principal segue na sequência. Se você quer votar no seu favorito, agora é hora de se organizar com a comunidade. Em quem você vai votar?

Megabonk
Megabonk

O roguelike Megabonk voltou à corrida do The Game Awards, mas não como estreia ou indie. O desenvolvedor Vedinad publicou nas redes sociais que o jogo foi indicado na categoria Players’ Voice, que depende totalmente do voto do público. Há duas semanas ele havia retirado Megabonk da disputa de Best Debut Indie por entender que o título não se encaixava naquela categoria.

As indicações iniciais do evento são feitas por um júri internacional com mais de 100 veículos e influenciadores. Nas categorias normais, a escolha final mistura votos profissionais e do público, com maior peso para o júri. A Players’ Voice é diferente: é 100% pública. Ela começa com uma lista de 30 jogos e segue por três rodadas de votação até sobrar um único vencedor.

Isso torna a vida de Megabonk bem difícil. O campo está cheio de jogos de grande porte e títulos com comunidades massivas, incluindo Arc Raiders, Battlefield 6, Clair Obscur: Expedition 33 (o mais indicado da história do evento), Hades 2, Helldivers 2, Hollow Knight: Silksong, Fortnite e outros. Jogos com comunidades grandes podem mobilizar muita gente nas votações, então a disputa está apertada.

O The Game Awards 2025 acontece em 11 de dezembro, e as votações seguem nas próximas semanas. Seria incrível ver um azarão vencer, mas Megabonk tem trabalho pela frente. Você vai votar em Megabonk ou prefere apoiar outro favorito?

Cena de Megabonk
Megabonk

Megabonk, hit indie comparado a Vampire Survivors, vendeu um milhão de cópias em duas semanas e foi indicado ao prêmio de melhor jogo indie de estreia no The Game Awards 2025. Mas o desenvolvedor, o vedinad, disse nas redes sociais que não considera Megabonk seu jogo de estreia — ele já lançou outros jogos sob nomes de estúdio diferentes — então pediu para ser retirado da categoria.

A atitude gerou elogios pela honestidade. O apresentador do evento respondeu dizendo que agradecia a clareza e que Megabonk será removido da categoria. O caso reacendeu debates sobre o que define um “indie”: no passado, o jogo Dave the Diver foi citado por ter ligação com o estúdio Mintrocket, divisão da a Nexon, e isso abriu discussão se fatos ou a sensação devem determinar o rótulo.

Também foi lembrado que outros indicados têm equipes com veteranos de grandes empresas — o estúdio AdHoc Studios tem ex-funcionários do Telltale e o estúdio Sandfall Interactive conta com gente que trabalhou na Ubisoft. No fim, a definição de “debut” pode ser ambígua. Você acha que vedinad fez a coisa certa ao abrir mão da indicação?