#HyperX
A HyperX anunciou uma parceria com a startup Neurable para criar um headset de jogo que também lê sinais cerebrais. A ideia é usar sensores parecidos com EEG espalhados na borda das conchas para interpretar a atividade do cérebro em tempo real, com ajuda de inteligência artificial, e assim ajudar jogadores a melhorar foco e mira. A novidade foi mostrada como conceito na CES 2026.
A empresa já tem fones com função de leitura cerebral em pré-venda, com preço aproximado de R$2.600, e promete entregar ferramentas de “insights cognitivos” para identificar os momentos do dia em que a pessoa rende mais. O protótipo visto no evento não tinha braço de microfone e parecia pesado demais para longas sessões, mas modelos conceituais mostram que o produto final deve trazer microfone e ajustes de design. A previsão é que o lançamento comercial ainda esteja a pelo menos um ano.
Durante testes com o protótipo, um avaliador notou que um programa de preparação chamado “Prime” melhorou ligeiramente a precisão e o tempo de reação. A ideia de cortar distrações e treinar a mente tem apelo, mas sobra dúvida se vale pagar o preço e confiar dados cerebrais a empresas. Para muita gente, tapar os ouvidos ainda pode ser a solução mais prática.
HyperX e Omen finalmente viraram uma marca só com o lançamento do HyperX Omen Max 16. Por fora ele lembra bastante o modelo de antes, mas agora traz a marca HyperX sob a tela e um grande logo HX na tampa. É uma mudança mais visual, mas que coloca as duas linhas em uníssono.
Por dentro há atualizações importantes. As opções de GPU vão da RTX 5070 Ti mobile até a potente RTX 5090. A escolha de CPU passa pelos novos Ryzen AI 400 da AMD ou por um processador Intel de próxima geração. A fonte usa tecnologia GAN e entrega 300 W de energia total sem ser pesada. A refrigeração ganhou um terceiro ventilador para tentar reduzir aquecimento e barulho, problemas que incomodavam o modelo anterior. O teclado também foi melhorado: polling de 1000 Hz, anti-ghosting e setas em tamanho completo para quem joga competitivo.
Além do Max 16, os modelos Omen sem o sufixo Max também recebem a identidade HyperX e ajustes na refrigeração e nas especificações. No fim das contas é mais um reposicionamento do que uma revolução, mas traz melhorias práticas para quem busca desempenho e portabilidade. A HP já tinha adquirido a HyperX em 2021 por cerca de R$1,2 bilhão, e agora a união fica mais visível nas prateleiras.
A HyperX, marca de hardware gamer agora sob a HP, apresentou o HyperX Omen OLED 34. O produto é fabricado pela HP, mas chega com a marca HyperX e tem especificações que chamam atenção.
Trata-se de um ultrawide de 34 polegadas com painel QD-OLED e taxa de atualização de 360 Hz. O tempo de resposta é de 0,03 ms, ideal para jogos muito rápidos. A tela usa uma versão de nova geração da tecnologia V-stripe, um tipo de arranjo de subpixels que coloca o verde acima do vermelho e do azul formando um ‘V’ invertido. Versões anteriores desse arranjo mostravam letras um pouco borradas; a nova geração promete melhorar a nitidez e reduzir esse problema.
A HP informa que o monitor virá com garantia limitada de três anos e tecnologia HyperX OLED Core Protect para reduzir riscos de burn-in. Há também HyperX ProLuma para precisão de cores profissionais, carregamento USB-C de 100 W, e compatibilidade com G-Sync e FreeSync Premium Pro. O kit inclui um arquivo para personalizar e imprimir um gancho para fone, e os controles foram reposicionados da lateral para a parte inferior, a pedido de jogadores.
Deve chegar ao site da HP na primavera, com preço ainda não divulgado, mas tudo indica que será caro. Em especificações ele supera alguns ultrawides OLED atuais, mas só um teste e o preço vão dizer se vale a pena. Para quem joga competitivamente, a combinação de 360 Hz com OLED pode ser muito atraente.