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World of Warcraft
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A expansão Midnight acabou de chegar em World of Warcraft, e isso deixa qualquer “manutenção de só uma hora” com cara de promessa otimista demais. Eu queria ter essa confiança.

Mesmo assim, a programação de hoje é de parada curta: todos os servidores de World of Warcraft entram em manutenção nesta terça-feira, 3 de março, com previsão de ficarem offline por cerca de 1 hora. Na prática, pode ser bem tranquilo… ou pode virar aquela fila eterna no login, com desconexões e tentativas de reconectar, principalmente com muita gente voltando para testar novidade.

Se você tinha raid, Mythic+ ou qualquer coisa marcada cedo, eu não arriscaria. O melhor é aproveitar esse tempo para organizar bags, revisar addons e deixar tudo pronto para quando os reinos voltarem. E sim, eu já vi “1 hora” virar bem mais quando a expansão acabou de cair.

Quando os servidores abrirem, vale entrar com calma e esperar instabilidades nos primeiros minutos.

Cena do jogo Diablo IV: Vessel of Hatred
ARPG

O Server Slam foi aquele tipo de teste que separa quem só quer ver trailer de quem aguenta pancada. Diablo IV abriu as portas e, por algumas horas, parecia uma arena lotada: filas grandes, desconexões no pior momento e quedas de performance bem na hora em que o combate fica mais gostoso.

Mesmo assim, deu pra sentir que o jogo está mais polido do que nos testes anteriores. As habilidades encaixam melhor, a progressão no começo é rápida e a atmosfera continua pesada do jeito que a série pede. O ponto alto (e mais cruel) foi o world boss: muita gente chegou confiante e saiu atropelada. Quando a galera coordena e usa bem as esquivas, a luta vira um espetáculo.

No fim, eu gosto desse caos controlado. Diablo IV precisa desse estresse pra encontrar gargalos antes do lançamento. E sim, entre uma fila e outra, pelo menos deu tempo de salvar uns snacks.

Você já pode ter casa em World of Warcraft — parte das opções só chega com a expansão Midnight
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Depois de “Supremacy” dar pistas sobre as origens (talvez) de Xal’atath, World of Warcraft agora vira o foco para alguém do nosso lado: Lady Liadrin. O novo capítulo “All That Is Sacred” puxa a história da Blood Elf Paladin mais famosa do jogo e relembra por que ela virou um nome tão pesado dentro de Azeroth.

Liadrin não é só um rosto conhecido. Ela é um símbolo do caminho que os Blood Elves tomaram depois de tanta perda, e como a fé e o dever podem ser testados quando tudo desaba. A ideia aqui é bem direta: enquanto Xal’atath cresce como ameaça em Midnight, World of Warcraft também reforça quem vai estar na linha de frente para segurar o caos.

Se você curte lore, esse tipo de capítulo ajuda a ligar os pontos sem depender só de quests. E se você é iniciante, é um bom resumo para entender por que Lady Liadrin importa tanto agora.

World of Warcraft: Consiga a Máscara Topsy Turvy do Coringa — só até 30/12 às 15h (horário de SP)
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World of Warcraft abriu as portas do Player Housing com uma ideia bem direta: vender decoração por dinheiro real dentro da loja do jogo. Os dois primeiros itens já apareceram e são bem “fofos”, mas também deixam claro o caminho que a Blizzard quer seguir.

Os itens são dois bichinhos de pelúcia para colocar na casa: um plush lion e um plush wolf. Eles são totalmente cosméticos, ou seja, não mudam seu poder nem dão vantagem em combate. A proposta é só deixar sua casa com a sua cara.

Isso não chega como surpresa. Muita gente já esperava que World of Warcraft fosse trazer esse tipo de microtransação para o sistema de moradia, igual acontece com outras cosméticas do jogo. A diferença é que agora a monetização entra logo no começo, já com decoração “premium”.

Se você curte colecionar e enfeitar, é mais coisa pra juntar. Se você não gosta de loja pagando por visual, é um sinal de que mais itens desse tipo devem chegar rápido.

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Johanna Faries assumiu a presidência da Blizzard e, sob sua gestão, a empresa fechou um novo acordo com a NetEase que reabriu o mercado chinês. A mudança ajudou a trazer de volta uma fonte importante de jogadores e receita.

Em entrevista, perto do seu aniversário de dois anos na função, Faries usou muita linguagem corporativa, mas deixou claro qual é a prioridade: explorar melhor as franquias já existentes. Ela disse que a empresa tem IPs icônicos e quer se concentrar nas cartas que já tem, sem fechar a porta para novos territórios.

O plano é manter uma cadência de lançamentos grande: pelo menos um ou dois projetos importantes por ano. A ideia é ver o portfólio como um conjunto e usar as múltiplas franquias para manter a Blizzard relevante. Quando perguntada sobre metas financeiras e pressão por resultados altos, ela evitou entrar em detalhes. Para quem sonha com StarCraft 3, isso pode ser um sinal de esperança.

No calendário mais próximo, World of Warcraft: Midnight tem lançamento marcado para 2 de março e a nova expansão de Diablo 4, Lord of Hatred, chega em 28 de abril. Além disso, o ano que vem deve ser agitado já que Overwatch fará 10 anos e a Blizzcon voltará. Ou seja, a Blizzard quer segurar a atenção do público com franquias conhecidas e lançamentos regulares.