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Cena de Battlefield 6
Battlefield

Cheater em jogo online é o tipo de coisa que mata a vontade de jogar. A EA diz que o seu novo anti-cheat, chamado Javelin, já está com 94% de “taxa de sucesso” na detecção e bloqueio de trapaças. Na prática, isso significa mais partidas limpas em títulos como Battlefield 2042 e menos tempo perdido em denúncias que nunca dão em nada.

Eu gosto da ideia de um sistema mais agressivo, mas esse número por si só não conta a história toda. O que importa é: quantos cheaters escapam, quantos inocentes são punidos e quanto isso pesa no desempenho do PC. Em Battlefield 2042, qualquer atraso ou queda de FPS já estraga a experiência.

Se a EA mantiver transparência e ajustar rápido quando rolar falso positivo, é um passo enorme. Se virar só um “número bonito” enquanto as trapaças migram e voltam, a frustração continua. Por enquanto, fico cautelosamente otimista.

Cena de Battlefield 6
Battlefield

Neste ano testamos a performance de 13 jogos lançados em 2025 e apontamos os melhores e os piores do ponto de vista técnico. O foco foi estabilidade, opções de escala e fidelidade visual junto com a taxa de quadros. Alguns títulos se saíram muito bem por rodar liso em máquinas variadas; outros precisaram de upscaling e hardware monstruoso só para ficar jogáveis.

Entre os melhores estão Battlefield 6 e Kingdom Come: Deliverance 2. Battlefield 6 entrega taxas altas sem usar ray tracing pesado, com 100 fps a 1440p em placas de geração média-alta e pouca instabilidade. Kingdom Come: Deliverance 2 prova que CryEngine ainda pode oferecer mundos enormes sem engasgos; mesmo laptops básicos alcançam 60 fps a 1080p com upscaling. Doom: The Dark Ages também mostrou que ray tracing pode existir sem quebrar a performance, alcançando jogos fluidos em GPUs modernas.

Do outro lado, Monster Hunter Wilds, Borderlands 4 e Gears of War: Reloaded foram os piores exemplos. Monster Hunter sofreu com gráficos embotados e exigiu FSR 3 e frame generation para taxas aceitáveis. Borderlands 4 pede hardware extremo para rodar em 4K com qualidade alta, e mesmo assim teve framerate baixo. Gears of War: Reloaded, um remaster, roda mal em portáteis, com CPU muito carregado e quedas frequentes abaixo dos 40 fps. Outros lançamentos também tiveram problemas pontuais, mas melhoraram com atualizações.

Muitos estúdios ainda confiam em upscaling e geração de frames para atingir números aceitáveis, e o ray tracing segue sendo um recurso que encanta e frustra. Há esperança quando jogos conseguem equilibrar visual e performance. Se 2026 repetir exemplos como Kingdom Come e Battlefield, a tendência será positiva.

Cena de Battlefield 6
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2025 trouxe muitas notícias, mas o mercado de jogos ainda vai bem. Em um relatório de mercado, analistas revisaram para cima as previsões e apontaram crescimento para o ano. O avanço é puxado principalmente pelo desempenho em PC e também em mobile. No PC, lançamentos premium tiveram papel central e ajudaram a elevar o resultado.

Apesar de mobile seguir como a maior parte do faturamento, o PC registrou crescimento de dois dígitos. Isso mostra que jogos pagos ainda conseguem se destacar mesmo com tanta concorrência por atenção. Títulos AA e indies também marcaram presença entre os mais vendidos, provando que há espaço para estúdios menores.

Aqui estão os 10 lançamentos de PC que mais venderam em 2025:

  • Battlefield 6
  • Schedule 1
  • Arc Raiders
  • Monster Hunter Wilds
  • Borderlands 4
  • EA FC 26
  • REPO
  • The Elder Scrolls 4: Oblivion Remastered
  • Sid Meier’s Civilization 7
  • Dune: Awakening

Duas observações chamam atenção: Call of Duty não aparece na lista e a franquia mudou seu ciclo de lançamentos. Monster Hunter Wilds manteve posição alta apesar de quedas nas vendas após o lançamento. Civilization 7 também marca presença mesmo com recepção mista. Em outra medição, jogos live service continuam dominando os jogadores ativos por mês — Counter-Strike 2, Minecraft, Roblox, Fortnite e Valorant lideram — e Peak prova que muitos só querem se divertir com amigos.

Cena de Battlefield 6
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Os spin-offs Bad Company foram, para muita gente, a última vez que Battlefield teve um jeito próprio e bem-humorado. Em entrevista, o designer David Goldfarb comentou que ele e o time original teriam vontade de revisitar esse tom, mas hoje muitos dos criadores estão espalhados pela indústria — alguns chegaram a trabalhar em estúdios como Embark.

Goldfarb explica que o problema principal é o risco. Para fazer um novo Bad Company seria preciso que o conjunto de estúdios que cuida de Battlefield — DICE, Ripple Effect, Criterion e Motive — junto com a EA, aceitasse lançar um produto que pode atrair um público menor, já que humor é subjetivo. Ele lembra que Bad Company 1 não vendeu bem e que, apesar de Bad Company 2 ter tido sucesso, suas vendas ficaram aquém das de Battlefield 3. Ainda assim, Goldfarb diz ter fé em Vince Zampella e acredita que ele poderia resgatar a série.

A trajetória é curiosa: Goldfarb já foi rival de Zampella quando este liderava Infinity Ward, e hoje Zampella está à frente de equipes como Respawn e Ripple Effect, tendo papel central na franquia Battlefield. Goldfarb conclui que um retorno é possível, mas dependeria de alguém disposto a colocar a reputação em jogo e apostar num projeto arriscado. Para os fãs de Bad Company, a expectativa existe, porém a decisão final passa por uma avaliação que junta gosto, risco e números.

Cena de Battlefield 6
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A rivalidade entre Call of Duty e Battlefield é uma das maiores do mundo dos jogos. São franquias enormes, com orçamentos gigantescos, que exploram guerras do passado, do presente e do futuro. Em entrevista, o ex-designer da DICE David Goldfarb conta que a disputa até entrou no roteiro de Bad Company 2, com diálogos que provocavam Modern Warfare. Esse tom de zoação mostra como a presença do rival influenciava o trabalho dentro do estúdio.

Goldfarb elogia os primeiros Modern Warfare como jogos excepcionais, quase obras de arte. Como eram tão marcantes, a DICE decidiu não tentar copiá-los. O estúdio buscou soluções próprias e mostrou mais coragem para experimentar. Goldfarb lembra que a força de Call of Duty também mudou prazos: ele foi contratado para trabalhar em Bad Company 2, mas o desenvolvimento do primeiro Bad Company foi estendido por causa do impacto de Call of Duty 4, e ele acabou trabalhando em Mirror’s Edge depois.

Houve, porém, um lado negativo. A pressão por vendas e comparações com Call of Duty levou chefias a pedir mudanças nem sempre pensadas para o jogo. Goldfarb já não trabalha na DICE, mas a rivalidade continua. Na visão dele, o duelo empurrou inovações — e hoje parece que Battlefield 6 ajudou a revigorar a série, enquanto Call of Duty vive um momento mais instável. No fim, a competição provocou decisões difíceis e também impulsionou criatividade.

Cena de Battlefield 6
Battlefield

Battlefield 6 recebeu a atualização Winter Offensive hoje, trazendo uma variante de mapa com neve, cosméticos temáticos de inverno e uma rodada de ajustes de balanceamento. As novidades mudam o visual das partidas e introduzem opções estéticas novas para os soldados.

Desde o lançamento houve relatos de bugs: menus com comportamento estranho, contagem de tickets errada no modo Conquest — problema que já teve correção parcial — e falha que impede pular tiers na árvore de desbloqueio da ofensiva de inverno. Alguns desses erros afetam a progressão e a gestão das partidas.

O problema mais sério aparece no PC na forma de um stutter: a cada minuto ou dois o jogo congela por alguns quadros, algo que não ocorria em sessões longas antes dessa atualização. A equipe de desenvolvimento reconheceu o bug nas comunicações e indicou um contorno temporário: ficar offline na lista de amigos da Steam parece reduzir os travamentos para alguns jogadores.

Testei essa solução e, por alguns minutos, não notei o stutter, mas não é uma garantia universal. A equipe diz que trabalha para liberar uma correção definitiva. Não espere que a correção chegue antes de quarta-feira (horário de São Paulo), por causa do horário do estúdio; pode vir antes, mas é pouco provável.

Se estiver jogando e encontrar problemas, tente ficar offline na lista de amigos e reiniciar o jogo enquanto aguarda a atualização. Fique atento às comunicações oficiais da equipe para saber quando a correção for liberada.

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Em entrevista, o diretor de design do estúdio Ripple Effect, Justin Wiebe, falou sobre o Portal de Battlefield 6 e por que o estúdio Battlefield Studios ainda não consegue dar visibilidade às criações da comunidade. Ele explicou que a versão anterior tinha limite criativo por não oferecer scripting avançado nem a opção de adicionar nova geometria. Além disso, experiências só funcionavam se o criador estivesse online hospedando a sessão, o que impedia que elas viralizassem. No Battlefield 6, o Portal ganhou um editor de níveis baseado na Godot, uma ferramenta web para interfaces personalizadas e servidores persistentes, recursos que aumentam muito o potencial criativo.

Apesar das melhorias, o Portal teve um começo ruim: no lançamento, fazendas de XP lotaram os servidores e atrapalharam o uso — isso foi corrigido, mas ainda assim poucos jogadores acessam modos do Portal. Parte do problema é a interface do jogo, lenta e confusa, que esconde o Portal dentro da aba Comunidade e mostra poucas recomendações. Wiebe não detalhou qual é o problema técnico que ainda trava a descoberta das criações, mas afirma que tem cobrado a resolução diariamente para que as experiências sejam mais divulgadas.

O estúdio espera resolver isso logo e ajudar o Portal a prosperar, porque as criações já mostram muito potencial. Você já testou o Portal de Battlefield 6? O que gostaria de ver de mapas ou minijogos criados pela comunidade?

Cena de Battlefield 6
Battlefield

A EA anunciou que o teste gratuito de Battlefield 6 começaria em 25 de novembro. Hoje, 25 de novembro, o teste já está ativo. A surpresa é que o acesso não é feito pelo jogo principal. Na página do jogo na Steam não aparece uma opção para experimentar. Por isso, para jogar o trial, é preciso abrir o modo gratuito Battlefield Redsec.

Durante o período, estarão liberadas três playlists, incluindo uma experiência multiplayer casual, e três mapas: Siege of Cairo, Eastwood e Blackwell Fields. A EA também publicou um guia curto com a descrição dos modos e dicas para quem começa agora. Assim você aprende o básico de modos como Escalation sem levar bronca dos veteranos. As playlists são uma forma prática de testar armas, veículos e rotas antes de comprar.

O progresso feito no teste é mantido caso você compre o jogo. O jogo está com desconto por $59.49/£51/€59.49 na primeira Steam Black Friday Sale. O teste vai até 2 de dezembro às 9h, horário de São Paulo. Se decidir não comprar, pelo menos terá o Battlefield Redsec instalado para continuar jogando de graça.

Vai aproveitar o teste para ver se o jogo vale a pena ou prefere ficar só no Redsec?

Cena de Battlefield 6
Battlefield

O LGT (Light Ground Transport) do Battlefield 6 virou piada entre jogadores por ser frágil e vulnerável. Tem mobilidade e um posto de metralhadora, mas falta blindagem, o que faz entrar nele ser quase um convite para morrer. Ainda assim, um jogador alcançou o nível 50 com o jipe e mostrou a skin de mestre em uma publicação nas redes sociais.

Em entrevista, ele explicou que a estratégia foi simples: estacionar o jipe vendo becos e caminhos estreitos, assumir a metralhadora e eliminar inimigos antes que percebessem. Fez isso por cerca de um mês, só em servidores normais, sem partidas contra bots. Também evitou o modo casual, porque dá muito menos XP. A média que comentou ficou em 2,5k a 3k de XP por partida. O esforço foi cansativo e, por isso, jogou quase sempre sozinho e com o veículo parado.

O emblema de nível 50 vem com acabamento rubi e aparece em placares e nas killcams, um troféu visível para quem o enfrenta. Mesmo com a conquista, ele mantém que o jipe é ruim e pediu que a DICE adicione proteção ou ofereça alternativas melhores, como levar a Traverser Mk2 para mais mapas. E você, arriscaria chegar ao nível 50 usando esse jipe ou evitaria o transporte?

Cena de Battlefield 6
Battlefield

Em Battlefield 6, a especialização Anti-Armour da classe Engineer agora faz o jogador nascer já com cinco foguetes RPG. Antes, o bônus dava apenas +2 foguetes e exigia buscar uma bolsa de suprimentos para recarregar. Muitos jogadores dependiam de medics ou de achar a bolsa no mapa, ou então reencarnavam para voltar com munição. Com as cinco cargas imediatas, é possível destruir tanques com mais facilidade, como aconteceu em uma partida no mapa Liberation Peak, onde vários MBT foram reduzidos a sucata. A mudança torna a vida dos veículos mais difícil em modos como Rush e Breakthrough e pode mudar o papel do Engineer na defesa. Vai testar essa alteração na sua próxima partida?

Cena de Marathon
Arc Raiders

Checklist: 1) Ler a matéria original.

2) Confirmar relevância gamer.

3) Resumir dentro das regras e criar título.

4) Gerar tags e JSON final.

A a Bungie abrirá um novo playtest de Marathon de 12 a 16 de dezembro, das 14h às 20h PT. O teste é por convite, restrito à América do Norte, e ocorre sob NDA, então não dá para transmitir ou falar publicamente sobre a experiência. Convites não podem ser compartilhados e serão enviados em ondas por e-mail. Para tentar entrar, faça login no site da a Bungie com a conta da sua plataforma (no PC, use o Steam) e preencha o formulário de inscrição. A a Sony diz que o lançamento está previsto para março de 2026, mas a a Bungie continua fazendo correções após testes anteriores e uma polêmica sobre arte do jogo. O formato fechado e o NDA tão próximo da janela de lançamento geram dúvidas sobre a confiança do estúdio, especialmente quando outros grandes lançamentos fizeram betas abertos antes de sair. Ainda não há mudança oficial na data. Você vai tentar se inscrever no playtest?