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#Assassin’s Creed

Cena de Assassin's Creed 4: Black Flag
Assassin's Creed

A Ubisoft está com uma grande promoção da franquia Assassin’s Creed, ótima para quem quer começar ou completar a coleção. Há descontos muito altos em vários títulos, desde os mais recentes até clássicos que marcaram a série.

Os melhores negócios aparecem em Assassin’s Creed Origins e Assassin’s Creed Valhalla, ambos com descontos de até 90%. Valhalla é o mais volumoso: sistemas e mecânicas mais complexas e muita exploração. Origins tem uma história e cenário mais interessantes para quem curte mitologia e arquitetura antiga — explorar as grandes pirâmides do Egito é uma experiência inesquecível. Assassin’s Creed Odyssey também está em oferta e oferece um mapa enorme da Grécia Antiga, combate na Guerra do Peloponeso e encontros com figuras mitológicas como Medusa e o Minotauro, embora espalhe suas mecânicas por muitas frentes.

Se prefere stealth tradicional, Assassin’s Creed Shadows, ambientado no Japão feudal, é uma escolha forte: aproxima o jogo de stealth que funciona de verdade. Nos títulos antigos, Assassin’s Creed Unity retorna bem e fica mais fácil de jogar hoje, com uma ótima representação de Paris revolucionária. Black Flag é o melhor para quem busca pirataria e navegação, e Rogue traz mecânicas semelhantes por um preço ainda menor. Assassin’s Creed 2 segue sendo a porta de entrada para entender quando a série engrenou.

Além das promoções, há relatos de que Shadows teve bom desempenho financeiro e que a equipe já começou a trabalhar no próximo jogo da série. Também surgem rumores constantes sobre um remake de Black Flag e sobre Assassin’s Creed Hexe, possivelmente ambientado no Sacro Império Romano e com direção compartilhada por um nome conhecido do gênero.

Cena de Assassin's Creed 4: Black Flag
Assassin's Creed

A PEGI listou Assassin’s Creed Black Flag Resynced com classificação 18. O registro cita violência, linguagem forte e compras dentro do jogo. Isso reforça a ideia de que um remake de Assassin’s Creed 4: Black Flag está em desenvolvimento, mesmo sem confirmação oficial da empresa.

Esse é só o mais recente vazamento. Nos últimos meses, um fabricante de estátuas aparentemente deixou escapar detalhes do projeto, o ator de voz de Eduardo Kenway sugeriu que os fãs podem ter que rejogar o jogo e outro ator afirmou ter sido ameaçado com processo por falar demais sobre o remake. Tudo isso alimenta a impressão de que o projeto é real e bem adiantado. Essas pistas vêm de várias direções e aumentam as expectativas da comunidade.

Não há sinais do mesmo título em outros órgãos de classificação por enquanto, e rumores anteriores apontaram uma janela de lançamento para março de 2026. Isso indica que, mesmo com o vazamento da PEGI, uma estreia imediata não é certa, mas os boatos continuam a crescer.

Em contato, a Ubisoft disse que não tem nada a compartilhar no momento. Enquanto alguns remakes da empresa levam anos para sair, esse tipo de vazamento mantém os fãs empolgados e a conversa ativa até uma confirmação oficial.

Cena de Assassin's Creed Shadows
Assassin's Creed

Assassin’s Creed Shadows ganhou sua primeira expansão em setembro, Claws of Awaji. A expansão trouxe uma nova região, história extra e novos objetivos que aumentam bastante o mapa de atividades. Em entrevista, o diretor associado do jogo disse que, no momento, não há planos para outra expansão do mesmo tamanho para o Ano Dois. A mensagem é clara: não virão mais expansões grandes como as que a série teve antes.

Jogos anteriores da franquia, como Origins, Valhalla e Odyssey, receberam múltiplas expansões grandes. Mas, desta vez, a estratégia deve mudar. A equipe explicou que, no Ano Um, o foco foi lançar atualizações rápidas e reativas para corrigir e ajustar. Agora que o jogo está mais estável, a ideia é soltar conteúdos menores e pontuais, porém significativos, em vez de um grande pacote extra. A Ubisoft diz que continuará a dar suporte e novidades, mesmo sem uma grande expansão planejada.

Para quem já sente fadiga com o tamanho do jogo, essa abordagem pode ser melhor: menos sobrecarga e atualizações que tragam novidades sem exigir muito tempo. Para outros, a falta de novas regiões grandes pode frustrar. No fim, parece que a prioridade é manter jogadores engajados com pequenas doses de conteúdo ao invés de grandes expansões. E você, prefere expansões enormes ou atualizações menores e regulares para Assassin’s Creed Shadows?

Assassin's Creed

Nolan North, voz de Desmond Miles em Assassin’s Creed, contou em entrevista que só soube da morte do personagem quando um fã perguntou nas redes sociais. Ao ouvir a própria fala final de Desmond em Assassin’s Creed 3, ele percebeu que era a cena de morte — algo que não estava claro para ele durante a gravação. Ele esperava um momento mais marcante para um protagonista.

O ator diz que o plano original incluía oito ou nove jogos com Desmond, mas a Ubisoft mudou os rumos com novas equipes e diretores criativos. North afirmou ter ficado triste por deixar o papel e disse que a série é uma de suas favoritas.

Ainda assim, Desmond não está tecnicamente morto por causa de reviravoltas mostradas em Assassin’s Creed: Valhalla, mas North ainda não voltou ao personagem.

Mais recentemente, Assassin’s Creed Shadows foi lançado e recebeu bons elogios pela jogabilidade furtiva, mas também críticas à história principal e ao elenco.

Você gostaria de ver Desmond voltar em um próximo Assassin’s Creed?

Assassins Creed Shadows
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Quando Assassin’s Creed: Shadows foi anunciado com Yasuke, o lendário samurai negro, uma parte barulhenta da internet surtou. Muita gritaria sobre “lacração” e “história deturpada”, mas, no fim, nada aconteceu: o jogo vendeu bem, os jogadores curtiram a exploração e o mundo aberto seguiu girando. A virada veio quando a Ubisoft decidiu parar de tentar acalmar os trolls e simplesmente ignorá-los. Em um vídeo interno obtido pelo GameFile, o CEO Yves Guillemot contou que a empresa percebeu que discutir não levava a nada e resolveu focar em quem realmente gosta da franquia. O estúdio adiou o lançamento para polir o jogo e reforçar a identidade da série — “mais capuz, mais furtividade, mais salto da fé, mais lore”, nas palavras dele. O plano funcionou: a conversa mudou e os fãs voltaram a apoiar. Ainda assim, há um ar de cinismo — especialmente depois do cancelamento de um projeto ambientado na Guerra Civil Americana contra a Ku Klux Klan. No fim, Ubisoft aprendeu que o melhor jeito de vencer trolls é deixá-los gritar no vazio.