Arc Raiders virou um experimento social — as histórias dos jogadores vão te surpreender
Arc Raiders se destaca entre os shooters de extração pela forma como as pessoas jogam. A desenvolvedora deixou o gênero um pouco mais fácil — com penalidades de morte mais leves, mais itens e lobbies melhores —, mas o que gruda mesmo são as interações entre jogadores. Dá para entrar nas partidas só para ver o que acontece.
Por lá eu vi de tudo: raiders que desafiam outros para duelo com machado, jogadores que usam mensagens de voz para ajudar a achar itens, curandeiros que reaparecem para reviver quem foi derrubado, e grupos que assumem funções comunitárias. Surgiram defensores do pântano, filas organizadas para completar missões, guardas que protegem outros no ponto de extração, xerifes que punem quem joga sujo e até quem monta armas móveis com equipamentos do jogo. Jogadores usam o chat de proximidade sem medo e criam histórias que ninguém esperava.
O CEO da Embark afirma que esse elemento social é o que mantém o jogo vivo e que ele acompanha as experiências dos jogadores. Outro executivo ressalta que permitir experimentação foi essencial para esse tipo de emergente. No fim, Arc Raiders entrega ferramentas simples e flexíveis que deixam a comunidade inventar as próprias regras — e é isso que rende os momentos mais memoráveis.